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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Música e terapia!

Olhem o que eu recebi da Grazzi:
"A música é a arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons ou qualquer composição musical. Essa é a definição do dicionário. Na terapia, ela assume um sentido diferente. Resume-se em tratamento. A musicoterapia define-se como o tratamento de patologias através da música. Assim, ritmo, melodia e harmonia são criteriosamente aplicados no auxílio da integração física, psicológica e emocional do indivíduo. Valem desde músicas já cria
das até sons desenvolvidos pelos terapeutas ou pelos próprios pacientes.
A Arte educadora e especialista em Arteterapia e Terapia Musical Holística Grazziela Tomasi explica o trabalho destes profissionais na recuperação de pessoas. "É um processo para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem e a organização física, emocional e social do paciente", explica. "O objetivo não é a obra final, e sim a formação contínua, o processo de construção", complementa.
A profissional ut
iliza diversos instrumentos nos seus atendimentos, como teclado, piano, flauta e percussão, valendo-se, ainda, da música clássica. Grazziela ressalta a importância das canções no acolhimento dos pacientes: "as melodias ajudam a pessoa se conhecer melhor", além de desenvolver potenciais ou recuperar funções", destaca. O resultado é uma melhor integração nos níveis intra e interpessoal e, conseqüentemente, maior qualidade de vida. "O fazer de novo é muito importante", coloca. "Por outro lado, a ansiedade é o que mais atrapalha o paciente, juntamente com o medo e o receio", acrescenta. O ritmo e o tempo têm que estar sincronizados, permitindo uma grande concentração.
Graziela atende públicos de todas as idades, constituindo também grupos especiais de trabalho com crianças, terceira idade ou por temas. Não é necessário ter prévios conhecimentos de música, pois o conhecimento é transmitido aos poucos pelos profissionais, de acordo com as necessidades do paciente. Os mais iniciados são estimulados a compor, pesquisar timbres e também a escrever partituras. Outras pessoas preferem utilizar a música para aprimorar a expressão corporal e ritmo. A profissional revela ainda trabalhar a ligação dos instrumentos com os quatro elementos, Assim, ar corresponde aos instrumentos de sopro. O elemento terra está ligado à percussão, assim como a água ao carrilhão e alguns sons sintetizados. Já o elemento fogo é alcançado através de sons explosivos, intermediados com pausas abruptas.
A arteterapia é considerada um trabalho novo. Pode ser desenvolvida não apenas em consultórios, mas também em escolas e hospitais. O terapeuta musical não faz diagnósticos, concentrando-se na cura. Também não é necessário possuir uma patologia, pois a música estimula a percepção, o auto-conhecimento e o equilíbrio, não existindo contra-indicações. Para Grazziela, é importante deixar claro que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, pois seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante todo o processo terapêutico, cuja duração dependerá de cada pessoa.

(Entrevista feita pelo Procempa em 2007)

Um comentário:

graziele disse...

Puxa adoreiiiiiiiiiii o artigo... e principalmente a idéia.... So professora de Ingles, portugues e artes.... e sempre tento aplicar música ao plano de aula... gostaria de receber mais dicas... Vou levar tudo para a sala de aula!!!!!

E outro fato engraçado meu nome também é Graziele... hihihihi