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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009


  • O que é Arteterapia?

A Arteterapia resgata as técnicas criativas da arte como elementos terapêuticos de grande poder transformador. Considera-se a atividade simbólica da alma necessária e singular a cada homem para estruturar um mundo interno mais saudável.
Oferecemos os recursos expressivos do desenho, pintura, modelagem, colagem, tecelagem, construção, criação de personagens, etc. para auxiliar a pessoa a contatar o seu universo profundo e dar-lhe forma simbólica palpável.
Ao trabalhar a forma plástica externa, vai-se elaborando e polindo as formas internas, num diálogo pessoal que leva aos poucos a uma ampliação de consciência e mudança de atitudes e sentimentos.
Cada um tem um processo de criação particular e as diferenças são sempre respeitadas. O objetivo não é a estética das produções, mas a recuperação da possibilidade de cada um criar livremente, através dos símbolos que vão surgindo pouco a pouco, conhecer suas limitações e ativar seus núcleos sadios, fortalecendo assim o seu poder de reequilíbrio pessoal e recuperação.
A Arteterapia tem surgido como uma solução produtiva para a promoção, preservação e recuperação da saúde e do equilíbrio interno. Ao integrar várias áreas de conhecimento ela possibilita uma ampla transformação dos indivíduos e assim, se inscreve no elenco de processos possíveis que abordam o ser de forma holística, tendência cada vez mais forte neste milênio.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Louise Bourgeois: Faço, Desfaço, Refaço


O espetáculo fala sobre a vida e a obra da artista francesa Louise Bourgeois, um dos maiores nomes vivos do mundo da arte. A montagem traz um perfil emocional da desenhista, gravurista, escultura e escritora.

Theatro São Pedro. Praça Mal.
Deodoro, s/nº, Centro. Tel: (51) 3227-5300.


Escultora, nascida em Paris, partiu, em 1938 para Nova Iorque onde vive. Casou com o historiador Robert Goldwater nesse mesmo ano. Fez uma passagem pela pintura e gravura mas viria a distinguir-se com esculturas monumentais e temas arrojados. Muita gente já viu exposta, algures, as suas monumentais "Aranhas", 1995. Usa os mais diversos materiais, desde o gesso à borracha, bronze, alumínio, o aço, látex, etc. e tudo o que a sua imaginação sem limites lhe dita. A carismática escultora franco-americana diz-se obcecada pelo trabalho. Bourgeois criou peças abstractas em diversos materiais, alguns nunca usados. Fala muitas vezes na sua infância e na mãe protectora, daí a sua aranha gigante, com uma simbologia complexa. A sua obra não passa despercebida. É uma das escultoras que merece mais espaço na comunicação social, por ter uma idade respeitável e continuar a surpreender tudo e todos.

Aula aberta: Arte e Fenomenologia!!!


domingo, 4 de outubro de 2009

As amigas fazendo história...

Desde sempre ( do momento primeiro da pós-graduação em arteterapia) sabia-se que ia brilhar... e assim se fez; aqui está mais uma participação da Claudia nesta construção!!!

Meus parabéns e o convite,,, não deixem assim, não se contentem por ouvir dizer... as pérolas mais raras demoram a ser descobertas...

sábado, 12 de setembro de 2009

Estar doente não é pré-requisito para fazer-se Arteterapia!

"Complementares e numerosos no tratamento dos doentes mentais, os benefícios da arteterapia se estendem às pessoas sãs. Por meio de desenhos ou expressões corporais, os pacientes falam de si, o que fornece informações ao médico e ao próprio paciente. Para casos menos graves, como estresse ou certos níveis de depressão, as sessões podem ser o tratamento principal, dependendo da formação do arteterapeuta.

Tão importante quanto os frutos dessas oficinas, como aumento da auto-estima e reinserção social, é o próprio processo criativo. Ele é o sinal de um cérebro saudável.

– Qualquer atividade criativa desenvolve novas áreas neuronais e pode estimular aquelas lesionadas – explica a arteterapeuta Marilice Costi, que dá aulas em Porto Alegre.

Cada vez mais, pessoas procuram por conta própria as sessões de arteterapia, sem encaminhamento médico, em busca de qualidade de vida, uma conseqüência do autoconhecimento proporcionado pelas aulas. A presidente da Associação Brasileira de Arteterapia, Joya Eliezer, atribui essa difusão da técnica ao ritmo acelerado da vida moderna. O próprio termo, para Joya, é um chamariz. São poucas as pessoas que não gostam de trabalhar com as artes, afirma.

Não é necessário ter habilidade ou experiência na técnica. O importante, observa Marilice, é a liberdade de expressão, sem rigor estético. Do teatro à escrita, existem diversas linguagens com enfoque terapêutico.

No Brasil, as artes plásticas são as mais difundidas, mas, recentemente, novidades como a biblioterapia – que estimula a leitura e a escrita – estão ganhando espaço no tratamento. Para Joya, não existe uma oficina certa para cada tipo de doença, depende do gosto e da habilidade do paciente. Por isso, ela defende que o arteterapeuta tenha formação múltipla.

A arteterapeuta e doutora em psicologia clínica explica que a diferença entre uma aula de dança ou pintura para as oficinas de arteterapia está na formação do profissional:

– O oficineiro não faz o gancho de tudo aquilo que o aluno expressa nas aulas com a sua vida, como faz o arteterapeuta.

Nos casos em que as oficinas são complementares ao tratamento medicamentoso, a arteterapeuta Maria Helena Piccinini, dona de um ateliê e voluntária no Projeto Vivendo e Reaprendendo, do Centro de Prevenção e Intervenção em Psicoses, chama a atenção para a necessidade de haver diálogo com o médico ou psicólogo que encaminha o paciente para as oficinas. Essa troca vem sendo exitosa em escolas de São Paulo, com o enfoque na prevenção de problemas que, muitas vezes, passam despercebidos aos professores.

Na Capital, a arteterapeuta Maria Helena também percebe crescimento no número de pessoas sadias e de todas as idades na descoberta da técnica. Ela defende a arteterapia em um contexto no qual as palavras não dão conta das manifestações emocionais.

– As sessões permitem o conhecimento de si e dos outros, elevam a auto-estima, permitem lidar com experiências traumáticas, e, acima de tudo, desfrutar do prazer vitalizador do fazer artístico. Sessões de arteterapia estimulam o autoconhecimento e não requerem a indicação de um médico." http://zerohora.clicrbs.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Casais Gravemente Disfuncionais?

Associação Gaúcha de Terapia Familiar

AGATEF - 15 ANOS

PROMOVE: VII EnAGATEF - Encontro Gaúcho de Terapia Familiar

Workshop Internacional com JAN BOUT – “ DOMESTICANDO O MONSTRO”

Terapia Intensiva com Casais Gravemente Disfuncionais.

(inglês com tradução simultânea)

Jan Bout e seus colegas na Holanda desenvolveram, ao longo de 17 anos, um trabalho de sucesso com 130 casais gravemente disfuncionais, em hospital e ambulatório. Hoje trabalha com uma equipe multidisciplinar, utilizando uma abordagem que integra a terapia familiar sistêmica, a psicoterapia centrada no cliente, a psicoterapia breve de orientação psicodinâmica e a grupoterapia familiar. Seu trabalho está descrito no artigo The monster in between, publicado em agosto de 2008 no Journal of Family Psychotherapy.

Data: 18 e 19 setembro

Local: Auditório do Banco Central

Rua Sete de Setembro, 586, Centro, Porto Alegre.

Inscrições: AGATEF - Fone (51) 3395-5222

e nas instituições apoiadoras: DOMUS; CAIF;CEFI;CLIP;INFAPA;UFRGS

email: agatef@uol.com.br

site: www.agatef.com.br



quinta-feira, 20 de agosto de 2009

www.congresoarteterapia.uchile.cl/index.php

20, 21 y 22 de Agosto de 2009

Hoje está iniciando no Chile o II Congresso Latinoamericano y III del Mercosur del Arteterapia, que tudo corra como nos demais eventos científicos que sucessivamente tem ajudado no amadurecimento da nossa profissão. Aguardaremos as novidades que a delegação brasileira nos trará! Um Grande Abraço a todas!

domingo, 16 de agosto de 2009

Arte na França 1860-1960: O Realismo

Não dá pra perder, esta exposição teve um custo altissimo e nós não sabemos quando poderemos rever estas Obras de Arte.










EDITORIAL


O Museu de Artes do Rio Grande do Sul recebe até 30 de agosto, a mostra Arte na França 1860-1960: O Realismo, que exibe as principais obras da escola artística feitas naquele país no período em questão. São mais de cem obras vindas da Europa e dos museus brasileiros Nacional de Belas Artes e MASP, que focam o período áureo da arte francesa enquanto influência no paranorama cultural internacional. Dentre as tais, encontram-se pinturas de artistas franceses e estrangeiros, com Salvador Dali, Vieira da Silva, Miró, Van Gogh, Picasso e Renoir.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Foi uma linda jornada... Até a próxima!

Sexta-feira dia 24 de julho, estivemos reunidas no atelier de Angélica Shigihara... lá aconteceu uma Jornada de Arteterapia muito especial, então resolvi publicar algumas anotações feitas durante o decorrer do dia, oficina após outra: Tecelagem, Fabrico de Velas e Batik...


... ao ver a lã pura ainda em flocos leves e soltos, logo olhei para cima recordando-me das nuvens minhas companheiras de sonho e criação... Cardar e fiar até ter uma linha que dá forma e direção aos sonhos, verdadeira processo meditativo que esvazia nossa cabeça atribulada, de pensamentos... lã, fio, urdidura, trama, doce vida a passar entre os dedos e construir nossas paisagens... tecer um céu, um sol, nuvens brancas e pouco a pouco deixar entrar o verde, o vermelho e tudo mais que a roda gira, roda, roda...

... do sol o fogo encontrando a cera agora ergue o fio e constrói o eixo ligando a terra ao céu até tocar o sol, acender a chama... o sol aquece, o fogo queima, o fio conduz, a cera constrói a roda gira e tudo se transforma... roda, roda, roda... como um caracol...

Transitando entre as moiras nos conectamos com nossas avós, mães, índias fiandeiras...

...e com nossas crianças e adolescentes quando vazamos a cera quente sobre o fio tecido e nele fizemos desenhos e pintamos nossas cores... e tecemos juntas uma teia de cumplicidade e crescimento interior. Assim foi a Jornada de Arteterapia percebida por mim assim, e cada uma das mulheres que esteve lá teve um processo único porém compartilhado, obrigada Margret, Angélica e Betânia!

Eliane Barreto 25-07-2009.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Jornada de criatividade, arte e arteterapia!!!

Serviço:

Quando:Sexta feira da próxima semana, dia 24 de Julho.
Onde: Casimiro de Abreu 662 - Porto Alegre

Horário:
das 8:30 as 12:30
das 14:00 as 18:00
das 18:30 as 20:30

Materiais necessários:
- Inclusos no valor da inscrição.

Sugestão, quem quiser pode levar:
- contas, argolas, caracóis ou qualquer objeto para enfiar...
- restos de lãs e/ou um novelo para a tecelagem.
- giz de cera velho.

Vagas limitadas!

INFORMAÇÕES:
angeshigihara@yahoo.com.br
Fone: 51-92514121

Serão trabalhados desde a fiação de lãs até a criação de velas originais... Passando pelo batik e o tear...

Descobrindo o potencial arteterapêutico de fazeres artesanais, quase artísticos... Sempre terapêuticos....

Uma jornada na qual, as trocas e descobertas podem dar lugar ao crescimento e transformação...

Lãs, cera, fogo, tecidos, cores...

transparências da água,

calor do fogo,

pigmentos da terra...

fiando lã...

criando velas...

tingindo telas,

acalentando a alma,

transformando emoções,

abrindo possibilidades,

compartilhando descobertas...

tramando e tecendo nossas histórias...

domingo, 19 de julho de 2009

Jornada de criatividade, arte e arteterapia - Espaço de trocas e descobertas!

Serão trabalhados desde a fiação de lãs até a criação de velas originais... Passando pelo batik e o tear...

Descobrindo o potencial arteterapêutico de fazeres artesanais, quase artísticos... Sempre terapêuticos....

Uma jornada na qual, as trocas e descobertas podem dar lugar ao crescimento e transformação...

Sexta feira da próxima semana, dia 24 de Julho:

Lãs, cera, fogo, tecidos, cores...

transparências da água,

calor do fogo,

pigmentos da terra...

fiando lã...

criando velas...

tingindo telas,

acalentando a alma,

transformando emoções,

abrindo possibilidades,

compartilhando descobertas...

tramando e tecendo nossas histórias.

Maria de Betânia Paes Norgren. Psicóloga e Arteterapeuta. AATESP: 005/1203


Profissionais:

Maria de Betânia Paes Norgren. Psicóloga e Arteterapeuta. AATESP: 005/1203

Angélica Shigihara de Lima. Professora e arteterapeuta. AATERGS: 001/0603

Margret Sphor. Artesã com formação em arteterapia. AATERGS : 070/0808

sábado, 18 de julho de 2009

Teatro fórum - Para Atores e não Atores

Será uma oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Teatro do Oprimido. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espect-ator poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.

Teatro do Oprimido:

Método estético que sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais que objetivam a desmecanização física e intelectual de seus praticantes, e a democratização do teatro. Cria também condições práticas para que o oprimido se aproprie dos meios de produzir teatro e assim amplie suas possibilidades de expressão. Além de estabelecer uma comunicação direta, ativa e propositiva entre espectadores e atores.

Idealizado e estruturado pelo teatrólogo Augusto Boal, o Teatro do Oprimido procura redimensionar o teatro, tornando-o um meio eficaz na compreensão e na busca de alternativas para problemas pessoais e interpessoais. Suas vertentes pedagógicas, sociais, culturais, políticas e terapêuticas se propõem a transformar o espectador (ser passivo no fenômeno teatral) em protagonista da ação dramática (sujeito, criador, transformador), estimulando-o a refletir sobre o passado, transformar a realidade no presente e inventar o futuro; onde através de uma prática artística, social e política, o individuo readquire condições de reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica. ( www.ctorio.org.br )

Serviço:

O que: Oficina de Teatro-Fórum

Duração: 20 horas (oito encontros)

Ministrante: Celso Veluza

Quando: 05 a 28 de Agosto (quartas e sextas)

Horário: Das 19h às 21:30h

Onde: Centro Cultural Usina do Gasômetro (Avenida Presidente João Goulart, 551 - Porto Alegre - Sala 502).

Valor: R$ 80,00

Inscrições: 9161.5014 ou celso.veluza@gmail.com

Fotos: Celso Veluza

Realização: NETO – Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido

Contatos: celso.veluza@gmail.com e 9161.5014 – Porto Alegre

Blog: www.teatro-do-oprimido.blogspot.com

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Pintor cego usa arte para combater epilepsia nos EUA

Os rostos das pinturas de John Bramblitt espreitam para fora de suas telas como confusos devaneios – aparições que tornam ainda mais impressionante o fato de que o artista é cego.

Bramblitt, de 37 anos, perdeu sua visão gradualmente ao longo de 20 anos, ficando completamente cego em 2001. A causa exata não ficou clara, mas Bramblitt, que vive em Dallas, suspeita ter sido resultado de ataques que começaram quando ele tinha apenas dois anos de idade, levando a um diagnóstico de epilepsia.

À medida que ficava mais velho, os ataques se tornaram cada vez mais frequentes e mudaram de característica – antes causavam contrações violentas e perda de consciência e passaram a ser parciais, no qual o paciente permanece consciente, mas não consegue funcionar por alguns momentos.

"Havia meses em que eu tinha tantos ataques que até perdia a conta", disse Branblitt numa entrevista.

Visão embaçada

De início, sua visão ficava embaçada, mas acabava clareando. Com o tempo, entretanto, ela clareava cada vez menos após cada episódio, até que ele não podia mais enxergar.

Alan Ettinger, vice-diretor de neurologia do Centro Médico Judeu de Long Island, disse nunca ter tido um paciente que ficou cego por causa da epilepsia. "Se existe alguma relação, ela é extraordinariamente incomum", disse. Ainda assim, ele acrescentou que, se os ataques pudessem estar relacionados a uma diminuição no fluxo de sangue para o cérebro, isso poderia afetar os centros visuais.

Bramblitt diz que, ao começar a perder a visão, seu objetivo imediato foi tirar o máximo de sua situação, em parte pelo custo de se consultar com diversos neurologistas.

"O foco era tentar reter o máximo de visão que eu conseguisse", diz ele. "Quando ela se foi, o foco mudou para tentar me adaptar."

Bramblitt continuou frequentando aulas na Universidade do Norte do Texas enquanto sua condição permitia, e acabou se formando em Inglês. Porém, entrou em depressão. Durante toda a vida ele adorava desenhar e escrever, e a cegueira lhe havia furtado seus escapes criativos. "Eu tinha de aprender uma nova forma de escrever", disse ele. "Desenhar parecia simplesmente algo tolo. A ideia de um cego desenhando não fazia nenhum sentido."

Outra frustração desenvolvida com o tempo foi a sensação de Bramblitt de que sua família não conseguia entender como ele "via" o mundo, apesar de sua cegueira.

"Eu perdi menos minha visão do que minha liberdade", disse ele. "Estava preso em minha própria cabeça."

Reaprendendo

Determinado a recuperar sua visão de alguma maneira, Bramblitt apanhou uma garrafa de cola branca e começou a desenhar linhas que ele pudesse sentir com seus dedos, assim que a cola secava. Ele logo trocou para um produto de pintura que secava mais rapidamente, e aprendeu a distinguir entre diferentes tons de tinta a óleo com base em textura e viscosidade.

"Somente depois de perder a visão me tornei corajoso o suficiente para fracassar", disse ele. "Mesmo se as pinturas não ficassem bonitas, eu não precisava vê-las."

As pinturas, que antes demoravam 14 horas para ficarem prontas, chegavam com mais rapidez. Com aumento de concentração e foco, sua obra se tornou mais ousada e vívida – uma forma de mostrar aos outros as cores e formas que ele agora percebia.

Embora não esteja claro se a epilepsia de Bramblitt causou sua cegueira, ao que parece, a cegueira melhorou sua epilepsia.

Muitos epiléticos percebem auras antes do início de um ataque. Essas auras podem assumir a forma de um gosto amargo na boca, enxergar cores brilhantes ou sentir um odor que não está lá. Para Bramblitt, o foco exigido para o trabalho em suas pinturas permitiu que ele começasse a perceber suas auras – um cheiro como o de pipocas queimadas – muito antes do ataque. Isso lhe dava a chance de se sentar e relaxar, tornando os ataques menos intensos.

Com o tempo, os ataques ficaram menos frequentes e melhoraram, até que Bramblitt deixou de tomar medicamentos anti-ataque. Ele atribui sua melhora à arte: pintar lhe ensinou a viver o momento, diz ele, e a manter a calma em situações estressantes.

"Não defendo que as pessoas larguem seus remédios para ataques epiléticos", diz ele, "a menos que seja uma coisa boa para elas."

Algumas das pinturas de Bramblitt estão expostas em pequenas galerias de Salt Lake City e Pittsburgh. Seu trabalho mais recente inclui letras de músicas escritas em braile em meio às cores e rostos de suas telas, através das quais ele convida os espectadores (incluindo aqueles que não são cegos) a tocar e sentir.

Juntamente com o sucesso, veio uma tranquila confiança e aceitação. "Eu não me vejo como uma pessoa cega ou epilética", diz Bramblitt. "Isso é apenas mais um aspecto de quem eu sou."

Ele pode nunca mais recuperar a visão, mas não enxerga mais sua cegueira como uma deficiência. "Hoje, a vida para mim é muito mais colorida do que jamais foi."

Fonte:http://www.fundep.ufmg.br/homepage/noticias.asp?cod=6697

segunda-feira, 29 de junho de 2009

As Várias Faces da Opressão

traz à cena o Teatro do Oprimido, debatendo bullying, comercio de drogas e loucura.
Teatro-Fórum é um espetáculo baseado em fatos reais, onde personagens, oprimidos e opressores, entram em conflito, de forma clara e objetiva, na defesa de seus desejos e interesses. No confronto, o oprimido fracassa e o público é convidado (pelo facilitador da encenação) a entrar em cena e substituir o protagonista, em busca de alternativas para a solução do problema. É um jogo artístico e intelectual entre artistas e espectadores. O Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre apresenta o espetáculo As Várias Faces da Opressão dentro do evento Obrigado, Boal, organizado pela Coordenação de Artes Cênicas.

A sessão acontece no dia 02 de Julho (quinta-feira), às 19 h, na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre, com entrada franca. A distribuição de senhas tem início às 18:30h. A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum, para Atores e Não Atores, baseada no método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal. O espetáculo é formado por três esquetes que abordam temas como violência escolar, loucura e comércio de drogas. Celso Veluza coordena o elenco formado por atores e atrizes com diferentes formações profissionais e, conseqüentemente, diferentes visões de mundo. Tem funcionário público, médico, antropólogo, jornalista, diarista, educadora social, vendedora, psicóloga, atores e atrizes.


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Curso de Formação em ARTETERAPIA, NO CONTEXTO SOCIAL E INSTITUCIONAL.


Instituto da Família de Porto Alegre (INFAPA)
em parceria com
Professores do Depto. de Arteterapia do Instituto Sedes Sapientiae- SP
promovem a quinta turma do
Curso de Formação
em ARTETERAPIA, NO CONTEXTO SOCIAL E INSTITUCIONAL.
(conforme os parâmetros da UBAAT-União Brasileira de associações de Arteterapia)

DESTINADO A: Psicólogos, psiquiatras, psicopedagogos, arte-educadores e profissionais com formação universitária que atuem na área de relação de ajuda. (Alunos serão aceitos no último ano de formação)

Gostaríamos de saber sobre seu interesse em começar conosco o curso no segundo semestre de 2009.
Favor comunicar-se pelo telefone ou confirmar por e-mail.
VALOR DO INVESTIMENTO: $R 350,00 mensais

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SELEÇÃO DE ALUNOS
Entregar currículo, cópia de certificado de conclusão de graduação (ou atestado de curso no último ano de formação) e carta de intenções.
Entrevista com inscrição prévia. Pelo telefone: 9251-4121.Valor: $R 70,00.

O curso oferece :

.. módulo mensal de 15 horas, um final de semana de cada mês.
.. materiais plásticos básicos.
.. encontro intercalado de 3 horas mensais, (dia a combinar)
.. reuniões clinicas uma vez por mês (primeira terça feira de cada mês)
.. biblioteca especializada.
.. supervisão de estágio com profissionais especializados,
.. orientação de trabalho de conclusão,

INFORMAÇÕES:
Instituto da Família: (51) 3330-0353
João Abbot, 441 conj. 501/90460-150
Porto Alegre
Angélica Shigihara de Lima
51-92514121