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terça-feira, 25 de novembro de 2008

A despedida da vida no processo de morte...

"...Antigamente o homem medieval via a doença e a morte como algo natural e dessa forma estavam presentes no cotidiano de todos, sendo tratadas na própria casa do paciente. O doente não precisava esconder sua angústia assim como os familiares podiam se despedir e se preparar para a morte.

Sem deuses, festas e rituais, o homem contemporâneo vive a crise de aceitação do seu aspecto finito, já que a morte é talvez o único aspecto em que a racionalidade ocidental não conseguiu desvendar a ponto de minimizar seus medos.

Atualmente, procura-se distanciar a morte das conversas cotidianas, acabando por fazer desse tema um grande tabu, pois mistificá-la só faz redobrar cada vez mais os medos e receios. Conhecer a morte é recusar uma obsessão, mas também o seu esquecimento é procurar integrá-la na nossa vida a fim de valorizarmos e buscarmos melhores condições de existência. Até porque quase tudo na natureza não foge a essa concepção de começo, meio e fim, pois a morte está em toda a parte enquanto processo..." Este Texto é um fragmento do artigo "A despedida da vida no processo de morte: último fenômeno da existência(Viviane Domingos da C. S. Bantim / e-mail: viviane.dcs@gmail.com) " que integra o Vol. 5, N° 9 (2008) da IGT na Rede e foi publicada em http://www.igt.psc.br/ojs/viewissue.php?id=9

2 comentários:

Edson Marques disse...

Eliane,


Belíssimo blog!


Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.


Abraços, flores, estrelas..

Eliane disse...

Obrigada Edson, continue colaborando com esta iniciativa, a participação dos internautas é impotantíssima!
Se quiseres podes enviar conteúdos sobre arteterapia ou Gestalt para publicação!