segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O homem é este ser que se faz imagem...
As várias expressões artísticas como música, a dança, o teatro, o cimema e as representações plásticas como a pintura, o desenho, a modelagem, a colagem e outras incluem-se como elementos de entendimento, de e troca de energia para o processo de evolução individual e coletiva na compreensão do mundo.
Para Capelier(1980) a condição humana resume-se em:
- O homem é este ser que se faz imagem,
- O homem é este ser que se faz das imagens,
- O Homem é este ser que se faz as imagens."
Esta é a reflexão que nos traz Sônia Fortuna no site da AGE, entre outros lugares que percorro durante as férias... Vale conferir, tem muita informação sobre os processos do desenvolvimento humano.
http://agemais.com.br/blog/2010/01/06/arte-terapia-musica-e-cinema/
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Oficina de Teatro-Fórum para ATORES e NÃO ATORES
Oficina não é um método ou técnica a mais, mas sim uma modalidade de ação.
Não é somente um lugar para aprender fazendo. Supõe, principalmente, o pensar, o sentir, o intercâmbio de idéias, a problematizarão, o jogo, a investigação, a descoberta e a cooperação.
Prevê a realização conjunta de projetos.
De 14 de Janeiro até 11 de Fevereiro
Oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Método do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espect-ator poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.
Local: Usina do Gasômetro – Sala 502
Terças e Quintas das 19h às 21: 30h.
Com Celso Veluza
Organização: NETO – Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido
Últimos temas apresentados pelo teatro-fórum: Conceitos Ecológicos, Casos de Família, A Saúde Em Cena, Bullying, Homofobia, Racismo, Comercio de Drogas, Loucura, Discriminações e Preconceitos, Opressões Internas, As Varias Faces da Opressão.
celso.veluza@gmail.comwww.teatro-do-oprimido.blogspot.com
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

- O que é Arteterapia?
A Arteterapia resgata as técnicas criativas da arte como elementos terapêuticos de grande poder transformador. Considera-se a atividade simbólica da alma necessária e singular a cada homem para estruturar um mundo interno mais saudável.
Oferecemos os recursos expressivos do desenho, pintura, modelagem, colagem, tecelagem, construção, criação de personagens, etc. para auxiliar a pessoa a contatar o seu universo profundo e dar-lhe forma simbólica palpável.
Ao trabalhar a forma plástica externa, vai-se elaborando e polindo as formas internas, num diálogo pessoal que leva aos poucos a uma ampliação de consciência e mudança de atitudes e sentimentos.
Cada um tem um processo de criação particular e as diferenças são sempre respeitadas. O objetivo não é a estética das produções, mas a recuperação da possibilidade de cada um criar livremente, através dos símbolos que vão surgindo pouco a pouco, conhecer suas limitações e ativar seus núcleos sadios, fortalecendo assim o seu poder de reequilíbrio pessoal e recuperação.
A Arteterapia tem surgido como uma solução produtiva para a promoção, preservação e recuperação da saúde e do equilíbrio interno. Ao integrar várias áreas de conhecimento ela possibilita uma ampla transformação dos indivíduos e assim, se inscreve no elenco de processos possíveis que abordam o ser de forma holística, tendência cada vez mais forte neste milênio.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Louise Bourgeois: Faço, Desfaço, Refaço

O espetáculo fala sobre a vida e a obra da artista francesa Louise Bourgeois, um dos maiores nomes vivos do mundo da arte. A montagem traz um perfil emocional da desenhista, gravurista, escultura e escritora.
Theatro São Pedro. Praça Mal.
Deodoro, s/nº, Centro. Tel: (51) 3227-5300.
Escultora, nascida em Paris, partiu, em 1938 para Nova Iorque onde vive. Casou com o historiador Robert Goldwater nesse mesmo ano. Fez uma passagem pela pintura e gravura mas viria a distinguir-se com esculturas monumentais e temas arrojados. Muita gente já viu exposta, algures, as suas monumentais "Aranhas", 1995. Usa os mais diversos materiais, desde o gesso à borracha, bronze, alumínio, o aço, látex, etc. e tudo o que a sua imaginação sem limites lhe dita. A carismática escultora franco-americana diz-se obcecada pelo trabalho. Bourgeois criou peças abstractas em diversos materiais, alguns nunca usados. Fala muitas vezes na sua infância e na mãe protectora, daí a sua aranha gigante, com uma simbologia complexa. A sua obra não passa despercebida. É uma das escultoras que merece mais espaço na comunicação social, por ter uma idade respeitável e continuar a surpreender tudo e todos.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
As amigas fazendo história...
Meus parabéns e o convite,,, não deixem assim, não se contentem por ouvir dizer... as pérolas mais raras demoram a ser descobertas...
sábado, 12 de setembro de 2009
Estar doente não é pré-requisito para fazer-se Arteterapia!
Tão importante quanto os frutos dessas oficinas, como aumento da auto-estima e reinserção social, é o próprio processo criativo. Ele é o sinal de um cérebro saudável.
– Qualquer atividade criativa desenvolve novas áreas neuronais e pode estimular aquelas lesionadas – explica a arteterapeuta Marilice Costi, que dá aulas em Porto Alegre.
Cada vez mais, pessoas procuram por conta própria as sessões de arteterapia, sem encaminhamento médico, em busca de qualidade de vida, uma conseqüência do autoconhecimento proporcionado pelas aulas. A presidente da Associação Brasileira de Arteterapia, Joya Eliezer, atribui essa difusão da técnica ao ritmo acelerado da vida moderna. O próprio termo, para Joya, é um chamariz. São poucas as pessoas que não gostam de trabalhar com as artes, afirma.
Não é necessário ter habilidade ou experiência na técnica. O importante, observa Marilice, é a liberdade de expressão, sem rigor estético. Do teatro à escrita, existem diversas linguagens com enfoque terapêutico.
No Brasil, as artes plásticas são as mais difundidas, mas, recentemente, novidades como a biblioterapia – que estimula a leitura e a escrita – estão ganhando espaço no tratamento. Para Joya, não existe uma oficina certa para cada tipo de doença, depende do gosto e da habilidade do paciente. Por isso, ela defende que o arteterapeuta tenha formação múltipla.
A arteterapeuta e doutora em psicologia clínica explica que a diferença entre uma aula de dança ou pintura para as oficinas de arteterapia está na formação do profissional:
– O oficineiro não faz o gancho de tudo aquilo que o aluno expressa nas aulas com a sua vida, como faz o arteterapeuta.
Nos casos em que as oficinas são complementares ao tratamento medicamentoso, a arteterapeuta Maria Helena Piccinini, dona de um ateliê e voluntária no Projeto Vivendo e Reaprendendo, do Centro de Prevenção e Intervenção em Psicoses, chama a atenção para a necessidade de haver diálogo com o médico ou psicólogo que encaminha o paciente para as oficinas. Essa troca vem sendo exitosa em escolas de São Paulo, com o enfoque na prevenção de problemas que, muitas vezes, passam despercebidos aos professores.
Na Capital, a arteterapeuta Maria Helena também percebe crescimento no número de pessoas sadias e de todas as idades na descoberta da técnica. Ela defende a arteterapia em um contexto no qual as palavras não dão conta das manifestações emocionais.
– As sessões permitem o conhecimento de si e dos outros, elevam a auto-estima, permitem lidar com experiências traumáticas, e, acima de tudo, desfrutar do prazer vitalizador do fazer artístico. Sessões de arteterapia estimulam o autoconhecimento e não requerem a indicação de um médico." http://zerohora.clicrbs.com.br
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Casais Gravemente Disfuncionais?
Associação Gaúcha de Terapia Familiar
AGATEF - 15 ANOS
PROMOVE: VII EnAGATEF - Encontro Gaúcho de Terapia Familiar
Workshop Internacional com JAN BOUT – “ DOMESTICANDO O MONSTRO”
Terapia Intensiva com Casais Gravemente Disfuncionais.
(inglês com tradução simultânea)
Jan Bout e seus colegas na Holanda desenvolveram, ao longo de 17 anos, um trabalho de sucesso com 130 casais gravemente disfuncionais, em hospital e ambulatório. Hoje trabalha com uma equipe multidisciplinar, utilizando uma abordagem que integra a terapia familiar sistêmica, a psicoterapia centrada no cliente, a psicoterapia breve de orientação psicodinâmica e a grupoterapia familiar. Seu trabalho está descrito no artigo The monster in between, publicado em agosto de 2008 no Journal of Family Psychotherapy.
Data: 18 e 19 setembro
Local: Auditório do Banco Central
Rua Sete de Setembro, 586, Centro, Porto Alegre.
Inscrições: AGATEF - Fone (51) 3395-5222
e nas instituições apoiadoras: DOMUS; CAIF;CEFI;CLIP;INFAPA;UFRGS
email: agatef@uol.com.br
site: www.agatef.com.br
sábado, 29 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
20, 21 y 22 de Agosto de 2009
Hoje está iniciando no Chile o II Congresso Latinoamericano y III del Mercosur del Arteterapia, que tudo corra como nos demais eventos científicos que sucessivamente tem ajudado no amadurecimento da nossa profissão. Aguardaremos as novidades que a delegação brasileira nos trará! Um Grande Abraço a todas!

domingo, 16 de agosto de 2009
Arte na França 1860-1960: O Realismo
| Não dá pra perder, esta exposição teve um custo altissimo e nós não sabemos quando poderemos rever estas Obras de Arte. | |||
| |||
![]() | |
| | |
| |
| | |
| EDITORIAL | |||
O Museu de Artes do Rio Grande do Sul recebe até 30 de agosto, a mostra Arte na França 1860-1960: O Realismo, que exibe as principais obras da escola artística feitas naquele país no período em questão. São mais de cem obras vindas da Europa e dos museus brasileiros Nacional de Belas Artes e MASP, que focam o período áureo da arte francesa enquanto influência no paranorama cultural internacional. Dentre as tais, encontram-se pinturas de artistas franceses e estrangeiros, com Salvador Dali, Vieira da Silva, Miró, Van Gogh, Picasso e Renoir.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Foi uma linda jornada... Até a próxima!
Sexta-feira dia 24 de julho, estivemos reunidas no atelier de Angélica Shigihara... lá aconteceu uma Jornada de Arteterapia muito especial, então resolvi publicar algumas anotações feitas durante o decorrer do dia, oficina após outra: Tecelagem, Fabrico de Velas e Batik...
... ao ver a lã pura ainda em flocos leves e soltos, logo olhei para cima recordando-me das nuvens minhas companheiras de sonho e criação... Cardar e fiar até ter uma linha que dá forma e direção aos sonhos, verdadeira processo meditativo que esvazia nossa cabeça atribulada, de pensamentos... lã, fio, urdidura, trama, doce vida a passar entre os dedos e construir nossas paisagens... tecer um céu, um sol, nuvens brancas e pouco a pouco deixar entrar o verde, o vermelho e tudo mais que a roda gira, roda, roda...
... do sol o fogo encontrando a cera agora ergue o fio e constrói o eixo ligando a terra ao céu até tocar o sol, acender a chama... o sol aquece, o fogo queima, o fio conduz, a cera constrói a roda gira e tudo se transforma... roda, roda, roda... como um caracol...
Transitando entre as moiras nos conectamos com nossas avós, mães, índias fiandeiras...
...e com nossas crianças e adolescentes quando vazamos a cera quente sobre o fio tecido e nele fizemos desenhos e pintamos nossas cores... e tecemos juntas uma teia de cumplicidade e crescimento interior. Assim foi a Jornada de Arteterapia percebida por mim assim, e cada uma das mulheres que esteve lá teve um processo único porém compartilhado, obrigada Margret, Angélica e Betânia!
Eliane Barreto 25-07-2009.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Jornada de criatividade, arte e arteterapia!!!

Serviço:
Quando:Sexta feira da próxima semana, dia 24 de Julho.Onde: Casimiro de Abreu 662 - Porto Alegre
Horário:
das 8:30 as 12:30
das 14:00 as 18:00
das 18:30 as 20:30
Materiais necessários:
- Inclusos no valor da inscrição.
Sugestão, quem quiser pode levar:
- contas, argolas, caracóis ou qualquer objeto para enfiar...
- restos de lãs e/ou um novelo para a tecelagem.
- giz de cera velho.
Vagas limitadas!
INFORMAÇÕES:
angeshigihara@yahoo.com.br
Fone: 51-92514121
Serão trabalhados desde a fiação de lãs até a criação de velas originais... Passando pelo batik e o tear...
Descobrindo o potencial arteterapêutico de fazeres artesanais, quase artísticos... Sempre terapêuticos....
Uma jornada na qual, as trocas e descobertas podem dar lugar ao crescimento e transformação...
Lãs, cera, fogo, tecidos, cores...
transparências da água,
calor do fogo,
pigmentos da terra...
fiando lã...
criando velas...
tingindo telas,
acalentando a alma,
transformando emoções,
abrindo possibilidades,
compartilhando descobertas...
tramando e tecendo nossas histórias...
domingo, 19 de julho de 2009
Jornada de criatividade, arte e arteterapia - Espaço de trocas e descobertas!
Serão trabalhados desde a fiação de lãs até a criação de velas originais... Passando pelo batik e o tear...
Descobrindo o potencial arteterapêutico de fazeres artesanais, quase artísticos... Sempre terapêuticos....
Uma jornada na qual, as trocas e descobertas podem dar lugar ao crescimento e transformação...
Sexta feira da próxima semana, dia 24 de Julho:
Lãs, cera, fogo, tecidos, cores...
transparências da água,
calor do fogo,
pigmentos da terra...
fiando lã...
criando velas...
tingindo telas,
acalentando a alma,
transformando emoções,
abrindo possibilidades,
compartilhando descobertas...
tramando e tecendo nossas histórias.
Maria de Betânia Paes Norgren. Psicóloga e Arteterapeuta. AATESP: 005/1203Profissionais:
Maria de Betânia Paes Norgren. Psicóloga e Arteterapeuta. AATESP: 005/1203
Angélica Shigihara de Lima. Professora e arteterapeuta. AATERGS: 001/0603
Margret Sphor. Artesã com formação em arteterapia. AATERGS : 070/0808
sábado, 18 de julho de 2009
Teatro fórum - Para Atores e não Atores
Teatro do Oprimido:
Método estético que sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais que objetivam a desmecanização física e intelectual de seus praticantes, e a democratização do teatro. Cria também condições práticas para que o oprimido se aproprie dos meios de produzir teatro e assim amplie suas possibilidades de expressão. Além de estabelecer uma comunicação direta, ativa e propositiva entre espectadores e atores.
Idealizado e estruturado pelo teatrólogo Augusto Boal, o Teatro do Oprimido procura redimensionar o teatro, tornando-o um meio eficaz na compreensão e na busca de alternativas para problemas pessoais e interpessoais. Suas vertentes pedagógicas, sociais, culturais, políticas e terapêuticas se propõem a transformar o espectador (ser passivo no fenômeno teatral) em protagonista da ação dramática (sujeito, criador, transformador), estimulando-o a refletir sobre o passado, transformar a realidade no presente e inventar o futuro; onde através de uma prática artística, social e política, o individuo readquire condições de reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica. ( www.ctorio.org.br )
Serviço:
O que: Oficina de Teatro-Fórum
Duração: 20 horas (oito encontros)
Ministrante: Celso Veluza
Quando: 05 a 28 de Agosto (quartas e sextas)
Horário: Das 19h às 21:30h
Onde: Centro Cultural Usina do Gasômetro (Avenida Presidente João Goulart, 551 - Porto Alegre - Sala 502).
Valor: R$ 80,00
Inscrições: 9161.5014 ou celso.veluza@gmail.com
Fotos: Celso Veluza
Realização: NETO – Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido
Contatos: celso.veluza@gmail.com e 9161.5014 – Porto Alegre
Blog: www.teatro-do-oprimido.blogspot.comsexta-feira, 10 de julho de 2009
Pintor cego usa arte para combater epilepsia nos EUA
Os rostos das pinturas de John Bramblitt espreitam para fora de suas telas como confusos devaneios – aparições que tornam ainda mais impressionante o fato de que o artista é cego.
Bramblitt, de 37 anos, perdeu sua visão gradualmente ao longo de 20 anos, ficando completamente cego em 2001. A causa exata não ficou clara, mas Bramblitt, que vive em Dallas, suspeita ter sido resultado de ataques que começaram quando ele tinha apenas dois anos de idade, levando a um diagnóstico de epilepsia.
À medida que ficava mais velho, os ataques se tornaram cada vez mais frequentes e mudaram de característica – antes causavam contrações violentas e perda de consciência e passaram a ser parciais, no qual o paciente permanece consciente, mas não consegue funcionar por alguns momentos.
"Havia meses em que eu tinha tantos ataques que até perdia a conta", disse Branblitt numa entrevista.
Visão embaçada
De início, sua visão ficava embaçada, mas acabava clareando. Com o tempo, entretanto, ela clareava cada vez menos após cada episódio, até que ele não podia mais enxergar.
Alan Ettinger, vice-diretor de neurologia do Centro Médico Judeu de Long Island, disse nunca ter tido um paciente que ficou cego por causa da epilepsia. "Se existe alguma relação, ela é extraordinariamente incomum", disse. Ainda assim, ele acrescentou que, se os ataques pudessem estar relacionados a uma diminuição no fluxo de sangue para o cérebro, isso poderia afetar os centros visuais.
Bramblitt diz que, ao começar a perder a visão, seu objetivo imediato foi tirar o máximo de sua situação, em parte pelo custo de se consultar com diversos neurologistas.
"O foco era tentar reter o máximo de visão que eu conseguisse", diz ele. "Quando ela se foi, o foco mudou para tentar me adaptar."
Bramblitt continuou frequentando aulas na Universidade do Norte do Texas enquanto sua condição permitia, e acabou se formando em Inglês. Porém, entrou em depressão. Durante toda a vida ele adorava desenhar e escrever, e a cegueira lhe havia furtado seus escapes criativos. "Eu tinha de aprender uma nova forma de escrever", disse ele. "Desenhar parecia simplesmente algo tolo. A ideia de um cego desenhando não fazia nenhum sentido."
Outra frustração desenvolvida com o tempo foi a sensação de Bramblitt de que sua família não conseguia entender como ele "via" o mundo, apesar de sua cegueira.
"Eu perdi menos minha visão do que minha liberdade", disse ele. "Estava preso em minha própria cabeça."
Reaprendendo
Determinado a recuperar sua visão de alguma maneira, Bramblitt apanhou uma garrafa de cola branca e começou a desenhar linhas que ele pudesse sentir com seus dedos, assim que a cola secava. Ele logo trocou para um produto de pintura que secava mais rapidamente, e aprendeu a distinguir entre diferentes tons de tinta a óleo com base em textura e viscosidade.
"Somente depois de perder a visão me tornei corajoso o suficiente para fracassar", disse ele. "Mesmo se as pinturas não ficassem bonitas, eu não precisava vê-las."
As pinturas, que antes demoravam 14 horas para ficarem prontas, chegavam com mais rapidez. Com aumento de concentração e foco, sua obra se tornou mais ousada e vívida – uma forma de mostrar aos outros as cores e formas que ele agora percebia.
Embora não esteja claro se a epilepsia de Bramblitt causou sua cegueira, ao que parece, a cegueira melhorou sua epilepsia.
Muitos epiléticos percebem auras antes do início de um ataque. Essas auras podem assumir a forma de um gosto amargo na boca, enxergar cores brilhantes ou sentir um odor que não está lá. Para Bramblitt, o foco exigido para o trabalho em suas pinturas permitiu que ele começasse a perceber suas auras – um cheiro como o de pipocas queimadas – muito antes do ataque. Isso lhe dava a chance de se sentar e relaxar, tornando os ataques menos intensos.
Com o tempo, os ataques ficaram menos frequentes e melhoraram, até que Bramblitt deixou de tomar medicamentos anti-ataque. Ele atribui sua melhora à arte: pintar lhe ensinou a viver o momento, diz ele, e a manter a calma em situações estressantes.
"Não defendo que as pessoas larguem seus remédios para ataques epiléticos", diz ele, "a menos que seja uma coisa boa para elas."
Algumas das pinturas de Bramblitt estão expostas em pequenas galerias de Salt Lake City e Pittsburgh. Seu trabalho mais recente inclui letras de músicas escritas em braile em meio às cores e rostos de suas telas, através das quais ele convida os espectadores (incluindo aqueles que não são cegos) a tocar e sentir.
Juntamente com o sucesso, veio uma tranquila confiança e aceitação. "Eu não me vejo como uma pessoa cega ou epilética", diz Bramblitt. "Isso é apenas mais um aspecto de quem eu sou."
Ele pode nunca mais recuperar a visão, mas não enxerga mais sua cegueira como uma deficiência. "Hoje, a vida para mim é muito mais colorida do que jamais foi."
Fonte:http://www.fundep.ufmg.br/homepage/noticias.asp?cod=6697
quinta-feira, 2 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
As Várias Faces da Opressão
Teatro-Fórum é um espetáculo baseado em fatos reais, onde personagens, oprimidos e opressores, entram em conflito, de forma clara e objetiva, na defesa de seus desejos e interesses. No confronto, o oprimido fracassa e o público é convidado (pelo facilitador da encenação) a entrar em cena e substituir o protagonista, em busca de alternativas para a solução do problema. É um jogo artístico e intelectual entre artistas e espectadores. O Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre apresenta o espetáculo As Várias Faces da Opressão dentro do evento Obrigado, Boal, organizado pela Coordenação de Artes Cênicas.
A sessão acontece no dia 02 de Julho (quinta-feira), às 19 h, na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre, com entrada franca. A distribuição de senhas tem início às 18:30h. A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum, para Atores e Não Atores, baseada no método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal. O espetáculo é formado por três esquetes que abordam temas como violência escolar, loucura e comércio de drogas. Celso Veluza coordena o elenco formado por atores e atrizes com diferentes formações profissionais e, conseqüentemente, diferentes visões de mundo. Tem funcionário público, médico, antropólogo, jornalista, diarista, educadora social, vendedora, psicóloga, atores e atrizes.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Curso de Formação em ARTETERAPIA, NO CONTEXTO SOCIAL E INSTITUCIONAL.







terça-feira, 23 de junho de 2009
A revista dos cuidadores Ano I - nº4
Abraços,
editora@ocuidador.com.br
Meninos do Futebol - Ângela Maria de Moraes
Minha Pequena Cuidadora - Terezinha Becker
A Elegância do Cuidar - Luiza Lage
Deméter e Perséfone - Informe OC
Arquétipos como Fonte Cuidadora - Beatriz Abelleira (Argentina)
Pais em Luto, Pais que Acolhem - Voluntárias da Fundação Thiago Gonzaga
terça-feira, 16 de junho de 2009
"Vitrine de Opções" (repassando o convite)
1º Brechó da Associação Gaúcha de Terapia Familiar.
"Vitrine de Opções"
Apoio: CEFI - CLIP - CAIF - DOMUS - INFAPA
Objetivo : Angariar recursos para dar andamento aos novos Projetos Sociais da AGATEF.
Como participar: Convidamos a família de terapeutas filiados a AGATEF e sintonizados com a idéia de desenvolvimento de novos Projetos Sociais, a doarem peças de vestuário masculino, feminino ou infantil, em perfeito estado de uso e que já não façam parte de suas atuais preferências, para que a nossa Associação possa comercializá-las no 1º Brechó - "Vitrine de Opções" - que será realizado nos dias 19 e 20 de junho, durante o evento A Terapia Familiar como Instrumento de Ações Sociais.
Onde as roupas devem ser entregues? Na AGATEF, até o dia 18 de junho, quinta-feira, à rua Cristóvão Colombo, 1773, sala 403. Telefone: (51)3395-5222. Se o associado preferir, também pode deixar o material a ser doado, nas Instituições vinculadas a AGATEF que apoiam o evento.
Como serão comercializadas? Por preços muito acessíveis, para que nós mesmos, terapeutas familiares, possamos adquiri-las. Os associados serão informados futuramente sobre o destino que será dado aos valores arrecadados.
Podem ser enviados outros objetos? Sim. Bolsas, bijuterias ou acessórios serão bem vindos.
O terapeuta receberá algum retorno financeiro pela entrega das roupas e/ou outros objetos? Não, somente estará participando, desta forma, para a criação de um fundo de auxílio, que terá como objetivo ajudar as inúmeras famílias que vivem em situações de precariedade e carência.
A sua presença é fundamental para o sucesso do evento!
A AGATEF antecipadamente agradece a adesão de todos, neste empreendimento.
Atenciosamente,
Adriana Zanonato p/ Diretoria da AGATEF
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Música e terapia!
"A música é a arte e ciência de combinar harmoniosamente os sons ou qualquer composição musical. Essa é a definição do dicionário. Na terapia, ela assume um sentido diferente. Resume-se em tratamento. A musicoterapia define-se como o tratamento de patologias através da música. Assim, ritmo, melodia e harmonia são criteriosamente aplicados no auxílio da integração física, psicológica e emocional do indivíduo. Valem desde músicas já criadas até sons desenvolvidos pelos terapeutas ou pelos próprios pacientes.
A Arte educadora e especialista em Arteterapia e Terapia Musical Holística Grazziela Tomasi explica o trabalho destes
profissionais na recuperação de pessoas. "É um processo para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem e a organização física, emocional e social do paciente", explica. "O objetivo não é a obra final, e sim a formação contínua, o processo de construção", complementa.A profissional utiliza diversos instrumentos nos seus atendimentos, como teclado, piano, flauta e percussão, valendo-se, ainda, da música clássica. Grazziela ressalta a importância das canções no acolhimento dos pacientes: "as melodias ajudam a pessoa se conhecer melhor", além de desenvolver potenciais ou recuperar funções", destaca. O resultado é uma melhor integração nos níveis intra e interpessoal e, conseqüentemente, maior qualidade de vida. "O fazer de novo é muito importante", coloca. "Por outro lado, a ansiedade é o que mais atrapalha o paciente, juntamente com o medo e o receio", acrescenta. O ritmo e o tempo têm que estar sincronizados, permitindo uma grande concentração.
Graziela atende públicos de todas as idades, constituindo também grupos especiais de trabalho com crianças, terceira idade ou por temas. Não é necessário ter prévios conhecimentos de música, pois o conhecimento é transmitido aos poucos pelos profissionais, de acordo com as necessidades do paciente. Os mais iniciados são estimulados a compor, pesquisar timbres e também a escrever partituras. Outras pessoas preferem utilizar a música para aprimorar a expressão corporal e ritmo. A profissional revela ainda trabalhar a ligação dos instrumentos com os quatro elementos, Assim, ar corresponde aos instrumentos de sopro. O elemento terra está ligado à percussão, assim como a água ao carrilhão e alguns sons sintetizados. Já o elemento fogo é alcançado através de sons explosivos, intermediados com pausas abruptas.
A arteterapia é considerada um trabalho novo. Pode ser desenvolvida não apenas em consultórios, mas também em escolas e hospitais. O terapeuta musical não faz diagnósticos, concentrando-se na cura. Também não é necessário possuir uma patologia, pois a música estimula a percepção, o auto-conhecimento e o equilíbrio, não existindo contra-indicações. Para Grazziela, é importante deixar claro que a música não é um curativo eficaz em si mesmo, pois seus efeitos terapêuticos resultam de uma aplicação profissional durante todo o processo terapêutico, cuja duração dependerá de cada pessoa.
(Entrevista feita pelo Procempa em 2007)
sábado, 13 de junho de 2009
Encontro marcado com a Marihê!
Esta semana a Marihê estará nos presenteando com mais uma expoxição do seu trabalho como pintora. Se você quiser conhecer a produção artística desta grande Arteterapeuta e encontrar os amigos e amigas dela, não deixe de comparecer a vernissage dia 17.06.2009 às 18 h no TRT4 na Av Praia de Belas em frente ao Shopping. Parabéns antecipado amiga!!!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Experiencias y enfoques terapéuticos de Talleres Artísticos en los procesos de rehabilitación

Destinatarios: Profesionales de la salud, la educación y la cultura.
Hace siete años que estamos trabajando transversalmente entre la Secretaría de Salud y la Secretaría de Cultura, Deportes y Turismo a través de la Dirección General de Discapacidad y la Dirección de Cultura, desde todas las disciplinas artísticas apoyando los procesos de rehabilitación e integración de las personas que por distintas patologías llegan a nuestros institutos, fomentando la participación en eventos artísticos, realizando muestras, participando en concursos y presentándonos en congresos, seminarios y encuentros, que traten la problemática de integración del discapacitado.
A partir de esta experiencia y ante la ausencia de un foro en donde, los artistas, docentes, especialistas, profesionales de la salud, trabajadores sociales, instituciones, etc., podamos reflexionar sobre la importancia de las actividades artísticas en los procesos de rehabilitación e integración.
Actividad no arancelada - Vacantes Limitadas
Presentacion de trabajos libres: hasta el 21 de junio de 2009
Coordinador General del Evento:Prof. Daniel Gerbiño: dager@arnet.com.ar – imrvl@yahoo.com.ar
Informes e inscripción:
Instituto Municipal de Rehabilitación de Vicente López
Avda. Maipú 3075 – Olivos – Buenos Aires – Argentina
Tel/Fax: (54-11) 4513-9869/68/9820
terça-feira, 2 de junho de 2009
Vamos ao Teatro!!!
Trabalho originado na disciplina de Atuação II sob orientação de CRISTIANE WERLANG, GISELA HABEYCHE e CARMEM LENORA. Com fragmentos das peças “Vestido de Noiva”, “O Beijo no asfalto” e “Dorotéia”, de Nelson Rodrigues. Na criação deste trabalho foram experimentadas diferentes linguagens para retratar o universo rodrigueano.Sempre às Quartas-feiras – 12h30min e 19h30min
Sala QORPO SANTO
Campus Central UFRGS/ Av. Paulo Gama s/n
ENTRADA FRANCA
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC)
Bem muitas são as colegas que em diversos momentos perguntam-se por-que não temos mais atendimentos em arteterapia subsidiados pelo poder público, já que ela trata muitos problemas relacionados ao desequilíbrio desta complexidade que somos: biológica, psicológica, energética...? Bem por não saber responder assim se existia ou não uma forma de incluir este tipo de atendimento à rede, fui em busca de respostas, encontrei algo muito interessante: Em quatro de maio de 2006, o Ministério da Saúde tornou pública a Portaria 971/2006, aprovando a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). Estas denominadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar ou alternativa (MT/MCA). Através dela é possível incluir a arteterapia como uma atividade que agrega valor às equipes multidisciplinares nos distritos sanitários municipais, conforme suas demandas. O Embasamento teórico e a história que se produziu até aqui estão disponíveis na página eletrônica do Departamento de Atenção Básica, Secretaria de Atenção à Saúde, Ministério da Saúde (DAB/SAS/MS; http://dtr2004.saude.gov.br/dab/publicacoes.php), “é possível identificar que o desenvolvimento da PNPIC no SUS é um aprofundamento do cuidado em saúde, em busca da integralidade da atenção, acesso a serviços e exercício da cidadania. Também, é possível compreender que várias práticas complementares têm sido desenvolvidas na rede pública estadual e municipal de saúde de diferentes estados brasileiros, de forma desigual e descontinuada devido à ausência de diretrizes específicas”.
A atividade de arteterapia adequa-se perfeitamente aos serviços disponibilizados pelas secretarias de saúde nas esferas federal estadual e municipal, sobre tudo na sua abordagem que busca estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de atividades seguras, com ênfase na escuta acolhedora e na expressão através da arte, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. E ainda com a visão ampliada do processo saúde-doença e a promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado.
Infelizmente fiz inúmeras buscas nos sites da Secretarias de Saúde do nosso estado do Rio grande do Sul e só encontrei um exemplo de atendimento em arteterapia, junto a Universidade de Rio Grande ligada ao SUS. Em Porto Alegre não encontrei nenhum projeto contemplado pelas políticas de saúde nesta esfera, em nenhum posto, UBS em nenhum distrito em nenhuma das linhas
de atenção dentro do conceito ampliado de saúde. Será que não estão sendo mapeados, ou não estão mesmo acontecendo, o que seria lamentável vistas dos benefícios que poderiam trazer... Bem sabemos que existe esta possibilidade na lei e que já existem experiências com arteterapia e SUS em vários ouros estados, como no Distrito Federal e em Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Ceará, Mato grosso e outros. Convido aos colegas e a população que utilizamos este serviço a reivindicar e propor este trabalho. Se você conhece algum projeto neste formato, por favor escreva para compartilhar com as outras pessoas desta teia...
Alguns exemplos:
http://www.cenpre.furg.br/Cursos/preva1.pdfhttp://www.saude.mt.gov.br/portal/cridac/arte-terapia.php
http://www.antonioviana.com.br/materia.php?id=25834
http://www.canalsaude.fiocruz.br/arquivos/jornal_39.pdf
http://www.jornaldacidade.net/thaisbezerra/ler.php?id=15512
http://www.abennacional.org.br/download/catalogo_2004.pdf
http://crepop.pol.org.br/publique/media/ABS.pdf
http://crepop.pol.org.br/publique/media/ABS.pdf
http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/pdf/ean/v11n2/v11n2a07.pdf
sexta-feira, 22 de maio de 2009
" O BICHO IMAGINÁRIO " em Gramado-RS
(Papel-Machê - Argila- Sucata - Papietagem)
Dia 30 de maio

Das 9h ás 16h
Onde?
Atelier de Kira Luá- Gramado
Ministrante?
Kira Luá Burro
http://kiralua.blogspot.com/
Investimento?
R$50,00
Informações e Inscrições até dia 28 de maio
kira.artes@gmail.com
Cel-


quarta-feira, 20 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Encontro Aberto no Instituto de Psicologia Social de Porto Alegre Pichon-Rivière
"DESERTAÇÃO – MOVIMENTO DE LIBERAÇÃO DO DESEJO”
Este é um trabalho sobre os processos de aprisionamento do desejo nos modos de produção da subjetividade contemporânea e suas possibilidades de liberação. A autora propõe que a escrita é a linha de fuga que nos leva ao encontro das intensidades produtoras dos desertos que guardam a potência de começar um novo mundo. Trata-se de um texto que acompanha o movimento de desterritorialização da Psicologia a partir de seu encontro com a Filosofia da diferença.
Psicóloga JULIANE TAGLIARI FARINA,
Mestre em Psicologia Social e Institucional (abril/09) e Psicoterapeuta.
Vagas Limitadas: Inscrições 3331.7467 – contato@pichonpoa.com.br
domingo, 17 de maio de 2009
18 de maio se comemora em todo o país o Dia Nacional da Luta Antimanicomial-Participe!

...Assim encontramos Luiz Guides... Pintando... 81 anos, morador do Hospital Psiquiátrico São Pedro desde 1950 e um dos mais antigos freqüentadores da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro
Esta história marcada pelo dia 18 de Maio de 1987, no Congresso de Trabalhadores de Saúde Mental, em Bauru (SP), que surgiu o Movimento Nacional da Luta Antimanicomial. Trata-se de uma ação social, que tem como princípio a promoção de um tratamento digno e territorial para todas as pessoas com experiência de sofrimento psíquico e de uma cultura de respeito às diversidades.
E é exatamente no dia 18 de maio que se comemora em todo o País o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, com passeatas, debates, atividades culturais, enfim, uma semana de manifestações públicas que reafirmam junto à sociedade a importância da concretização plena destes ideais.
Nesta semana de
* Exposição da Oficina de Fotografia da Equipe de Saúde Mental Lomba/Partenon
* Exposição da Oficina de Expressão Plástica do CAPS CAIS Mental Centro
19 de maio - 18 horas - Auditório da Escola Técnica Documentário Ruínas da Loucura,
20 de maio- Instituto de Psicologia:
* 13:30h: Roda de Leitura da produção dos usuários do Atelier de Escrita do CAIS (quem quiser participar leve sua escrita também!)
* às 15:30 horas: filme produzido pelos participantes da Oficina de Imagens do CAIS, na sala 210
20 de maio à 22 de maio- Instituto de Psicologia:
* das 10h às 19h: Feira de Bijuterias, Almofadas e Tapetes produzidas pelos usuários da Equipe de Saúde Lomba/Partenon.terça-feira, 12 de maio de 2009
"Luz, Câmera, Sublimação!"
O ciclo de cinema, batizado por "Luz, Câmera, Sublimação!", vem acontecendo desde 2006 e tradicionalmente é realizado no próprio Instituto de Psicologia da universidade, onde exibimos filmes previamente escolhidos e convidamos profissionais da área para comentar e debater os temas propostos. Em 2009 o grupo optou por expandir o evento, realizando-o na Livraria Cultura e prezando por um público mais diversificado, não apenas composto por estudantes de psicologia, mas aberto a todos aqueles que se sensibilizem por debater temas contemporâneops e instigantes.
AS FRONTEIRAS DO OUTRO: COMO CONVIVEMOS COM O DIFERENTE?
Onde termina uma cultura e começa outra? Num mundo que se pretende cada vez mais globalizado e heterogêneo, as fronteiras, sejam elas políticas ou subjetivas, se mostram líquidas e indefinidas. Como se coloca o sujeito em relação ao outro quando sua própria condição emerge flutuante e tensionada pela diferença? Este é o debate que o grupo PET - Psicologia / UFRGS e a Livraria Cultura pretendem instigar através da exibição de filmes que abordem a temática, comentados por profissionais de diversas áreas do conhecimento.
Programação:
Sábado, 30 de maio, 16h
Filme: Crash - No Limite
Comentadores: Norton Rosa Jr. e Caleb Faria Alves
Sábado, 27 de junho, 16h
Filme: Café da Manhã em Plutão
Comentadores: Eliane Nogueira e Martha Narvaz
sábado, 9 de maio de 2009
Dê Luz à criatividade...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Das saborosas aventuras de Dom Quixote de La Mancha e seu escudeiro Sancho Pança
Sinopse: Um executivo, cansado de sua rotina, resolve mergulhar num mundo imaginário em busca de aventuras e emoções. Ele passa a acreditar ser Dom Quixote de La Mancha e sai pela cidade buscando sua platônica amada Dulcinéia, que se apresenta como alucinação, vestida de noiva, durante o decorrer da história. Na sua loucura, convence um catador de papel de rua a ser seu fiel escudeiro Sancho Pança, que por sua vez, constrói com sucatas no seu carrinho o cavalo Rocinante. Juntos saem pelas ruas em busca de aventuras e cada passante, monumento e aparelhagem da cidade grande se “transforma” em feiticeiros, dragões e gigantes através dos olhos de Quixote. Ficha técnica:
Atuação: Liz Eliodoraz, Dionísio Bombinha, Hugo Mor, Patrick Éster, Fernando Moterane, Ieda Marçal, Carlos Roberto
Direção: André Carreira
O Grupo Teatro que Roda: O Teatro que Roda existe desde 2003 e se dedica à pesquisa e experimentação de linguagens cênicas, que possibilitem ações sociais e culturais produtivas. Por tal, priorizamos o teatro de rua pela maior possibilidade de acesso ao público. Tem no repertório 3 espetáculos: A Formiga da Roça; Foliando e Das Saborosas Aventuras... Os dois primeiros são baseados na cultura popular de Goiás e tem por característica a criação/direção coletiva e participação efetiva da platéia. O último, de temática urbana, tem como proposta se apropriar da aparelhagem da cidade para a construção de uma dramaturgia, trouxe para o grupo um novo olhar sobre o teatro de rua. Desde então o grupo vem mostrando seu trabalho em vários festivais nacionais de teatro, com boa repercussão, tendo em 2007 recebido 4 prêmios no Festival de Florianópolis-SC (Melhor espetáculo de rua, direção, ator e atriz) e Menção Honrosa no Festival de Blumenau-SC, com o espetáculo Das Saborosas...SEXTA - 08 de maio
12h30 – Local: Praça da Alfandega
Das saborosas aventuras de Dom Quixote de La Mancha e seu escudeiro Sancho Pança – um capítulo que poderia ter sido
Grupo: Teatro que Roda
Origem: Goias
Gênero: Teatro de Rua
Classificação etária: Livre
domingo, 3 de maio de 2009
Não tem despedida...
Mini-curso: Mitologia Indígena, Arteterapia e a Roda da Doce Medicina
Temas abordados: Os rituais e o homem atual; Criatividade, desenvolvimento psíquico e transformação; A Roda de Cura Indígena, os 4 elementos e a árvore psíquica; Integrando razão e emoção; Alteridade e relacionamento interpessoal; Sincronicidade; Mitologia pessoal e Arteterapia.
Dia: 09/05/09Hora: 08:00h ás 12:00h e 13:30 ás 17:30h
Mini-curso: Mitologia Indígena, Arteterapia e a Roda da Doce Medicina
Investimento: R$ 50,00
Local: Universidade Potiguar - Campus: Floriano Peixoto - Natal - RN
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Não torça o nariz para a Criança que você é!!!
Estava lendo um trabalho excelente da Liane Alves, publicado na revista Vida Simples e me surpreendi com a franqueza de seu depoimento ao falar de seus pensamentos sobre um aspecto que é tão importante para a nossa saúde emocional, ela escreve assim:
“Você, como eu, também torcia o nariz quando ouvia falar da criança interior? E de como era importante expressá-la no dia-a-dia? Irônica, cheguei até a imaginar a cena: as crianças interiores do adulto saindo para fora das pessoas com estilingue no bolso ou com o coelho da Mônica pela mão, prontas para atingir o primeiro desavisado que aparecesse. Por isso, quando alguém vinha com essa conversa, assobiava, olhava para os lados e saltava fora. Até que um dia resolvi me aprofundar no assunto.”
Mas ao mesmo tempo pensei que seria ingênuo imaginar que todos ficaríamos felizes e satisfeitos de evocar nosso aspecto mais paradoxo. Esta que é a nossa maior força de transformação e de prazer, é também uma parte tão frágil que precisa de constante proteção e nutrição adequada, para que não acabe debilitada.
A medida que nós crescemos em autoconhecimento, passamos a desconfiar do porquê de reagirmos às vezes da mesma maneira como nos comportávamos quando éramos crianças pequenas... Choramos ao perder uma discussão, provocamos o riso para chamar a atenção, ficamos com febre para recebermos mais cuidados, ficamos ansiosos ao esperar alguma coisa especial a ponto de vivenciar um verdadeiro tormento...
Infelizmente muito raramente experimentamos aquelas sensações de felicidade plena mais comuns na infância, onde perdemos a noção do tempo e parece que flutuamos entre sonhos e sensações maravilhosas, assim como nos sentíamos quando desenhávamos despreocupadamente deitadas no chão de barriga para baixo... Quando subíamos em uma árvore para olhar ao longe ou comer uma fruta gostosa... quando brincávamos de dirigir um veículo poderoso, ou uma nave! Quem sabe o poder mágico de transformar pequenas pedrinhas ou ossinhos em um rebanho de animais ou personagens de uma fábula! Piaget já afirmava que no processo de construção do conhecimento a criança é sempre convidada a acomodar e o brincar propicia a assimilação com o menor esforço de acomodação. Fato é que esta nossa criança está aqui e agora em algum lugar dentro de nós, porque não darmos a atenção que ela nos solicita?
A Arteterapia com seus recursos para intervenção terapêutica através das técnicas expressivas, entrega os pincéis a quem de fato pertencem, e junto com a pessoa que busca este trabalho, vai ao encontro das respostas que as vezes ”sem querer a sua criança escondeu”. Através destas atividades de construção, desconstrução e reinvenção, damos a nós mesmos uma chance de encontrar dentro de nós novas formas de viver o cotidiano e sermos mais felizes!
Quem quiser pode dar um pulinho nesta página e ler o texto da Liane Alves na integra, vale a pena! Boa leitura!
http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/069/grandes_temas/conteudo_290075.shtml
terça-feira, 28 de abril de 2009
Divulgue a ideia! Participe!
Oficina de Teatro
Fórum
Para Atores e Não-Atores
Oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Método do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espect-ator poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.
"Divulgar o método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal, é a proposta do diretor de Teatro, Celso Veluza com a oficina de Teatro Fórum - Modulo I.".
A atividade faz parte da programação do projeto Usina das Artes, desenvolvido pela Secretaria Municipal da Cultura.
Veluza pretende desenvolver as técnicas do Teatro-Fórum através de exercícios e jogos, expressão corporal, improvisação, dramaturgia, interpretação e fundamentos de história.
Serviço:
O que: Oficina de Teatro-Fórum
Duração: 20 horas (oito encontros)
Oficineiro: Celso Veluza
Quando: Turma 1: 05 a 28 de Maio (terças e quintas)
Turma 2: 03 a 26 de Junho (quartas e sextas)
Horário: Das 19h às 21:30h
Onde: Centro Cultural Usina do Gasômetro (Avenida Presidente João Goulart, 551 - Porto Alegre - Sala 502).
Valor: R$ 80,00
Inscrições: 9161.5014, 3019.0857 ou celso.veluza@gmail.com
Fotos: Celso Veluza
Produção: NETO - Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
JORNADA DE ARTETERAPIA JUNGUIANA
Através de exercícios de sensibilização utilizando atividades expressivas (música, movimento, desenho, colagem e outras), os alunos aprendem técnicas vivenciais que facilitam o processo de auto-conhecimento.
Acompanhando esse percurso teórico são dadas diferentes técnicas artísticas com alguns materiais plásticos primários, tais como: guache, pastel a óleo, pastel seco, lápis de cera, lápis de cor, colagem, água, massa caseira. Alguns movimentos corporais que facilitam a expressão de determinadas emoções.
Arteterapia com embasamento na teoria de Carl Gustav Jung
OBJETIVOS DA JORNADA
- Caracterizar a arteterapia e o arteterapeuta (história)
- Reconhecer a necessidade da arteterapia
- Identificar teorias e abordagens
- Gerar questionamentos a respeito de sua prática´
- Auto-conhecimento
COORDENAÇÃO:
PSIQUE – Psicologia e Arteterapia/RS
CNPJ 06.042.487/0001-51
ORGANIZAÇÃO:
Bárbara Gehrke Rohde CRP 07/15404
CARGA HORÁRIA:
9hs às 17hs (8hs)
PÚBLICO ALVO:
Preferência para profissionais das áreas de Artes, Saúde, Educação e Recursos Humanos.
INVESTIMENTO:
R$ 220,00 (10% desconto para AATERGS)
LOCAL:
Avenida Plínio Brasil Milano, 388 cj 503 - Auxiliadora - Porto Alegre – RS
INSCRIÇÕES:
Email: psique@via-rs.net ou celular: (51) 9334.3821
- Solicite a ficha de inscrição -
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Mix de Jogos e Exercicios Artisticos e Terapëuticos
AQUECIMENTOS - Mix de Jogos e Exercicios Artísticos e Terapêuticos
Alimente seu fogo interior. Entregue-se ao desconhecido...
Oficina de vivências utilizando técnicas do Teatro do Oprimido, Bioenergética, Yoga, massagem e música tudo isso num palco com iluminação e trilha sonora especial. Finalizada com uma leitura de como cada um se sentiu. O Gran Finale fica a cargo de uma Jam Session onde todos podem tocar instrumentos musicais, inventados, cantar e dançar mais relaxados e energizados do que quando chegaram.
Produção: NETO - Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre
Apoio Incondicional: Companhia de Teatro A Hora do Anjo e Triambakam Terapias e Artes (SC)
Participantes:
Janine Schmitz - Professora de Yôga e Atriz
Gabriel de Negreiros - Ator e Bailarino
Celso Veluza - Diretor de Teatro
Jomar Milioli Goudinho - Terapeuta Corporal e Músico
Míriam Schnomberger de Souza - Psicóloga e Atriz
Serviço:
Dia 21 de Abril (terça feira) feriado nacional
Horário: 19 horas
Local: Centro Cultural Usina do Gasömetro em Porto Alegre - Sala 502
Contato e reservas: 9161.5015
quinta-feira, 16 de abril de 2009
ARTETERAPIA PARA MILITARES...
Nasceu a terceira edição da revista O Cidador, de Marilice Costi! Acompanho esta iniciativa desde o primeiro número no segundo semestre de 2008. Encontrei nesta iniciativa muita energia e valor rização da troca de conhecimento, entendido aqui como experiência viva na área do cuidado com aquelas pessoas que necessitam de atenção especial. Ao ampliarmos o conceito de cuidador, nos daremos conta de que todos somos de alguma forma cuidadores uns dos outros, quando estamos desconectados deste conceito estamos em uma posição muito autocentrada; e esta pode nos dar uma visão limitada da realidade. Por isto esta revista tem o importante papel de informar sobre as várias práticas profissionais e seus recursos aos demais profissionais, aos que cuidam e aqueles necessitam destes atendimentos. Estarei participando desta edição com um texto sobre o trabalho de Arteterapia com Militares. Este é um trabalho fruto da elaboração de uma experiência em conjunto de mais três colegas arteterapeutas em workshops realizados em 2007 com sete grupos de militares da ativa em Porto Alegre. Me chamou a atenção a colocação de Marilice Costi sobre o "cuidado ao cuidador, no seu blog:"A verdade das coisas se completa com vários olhares. Muitas pessoas não acolhem, não partilham, não são solidárias, não têm empatia, não se importam com a dor do outro. Algumas até usam os que dela precisam em benefício próprio. Afirmam alguns cientistas, que isso vem carimbado nas mentes. Talvez. Mas é sabido que viver em ambientes solidários estimula o aprendizado do cuidado.(...) Informar o cuidador é fundamental. Nosso objetivo na escolha dos temas da revista.E sempre trazer a arte para que a mente descanse e descubra a beleza do criar. Não foi para isto que fomos feitos?" (http://www.ocuidador.com.br/2009/04/o-cuidador-3-revista-dos-cuidadores.html)
Transcrevo para vocês o Sumário da Edição 3 da Revista O Cuidador e, desde já aguardo seus retornos a respeito do texto que escrevi enquanto relatora deste processo:
GUERREIRAS EM UTI NEONATAL - Gabriela Nunes Cordeiro Gomes Moura
UM CUIDADOR NO ABSURDO - Varda Dascal (de Israel)
ARTETERAPIA PARA MILITARES - Eliane Barreto
INTERDIÇÃO: UM CUIDADO IMPORTANTE - Cibele Gralha Mateus/Vanessa Schutz
DEVERIA SER PROIBIDO - Diza Gonzaga
A CORAGEM E O MEDO DE UMA CUIDADORA - Inácia Regina Bairros
QUANDO O AJUDAR É ANULAR-SE - Codependentes Anônimos
A FUNÇÃO DO SILÊNCIO - Roseli Margareta Kühnrich de Oliveira
COLUNA - Luis Veiga Leitão (Portugal)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Boa noite Xico...
sábado, 11 de abril de 2009
Entrada do outono...

Antes de ser uma comemoração cristã, a Páscoa era uma festa pagã antiga. Os povos europeus antigos comemoravam a passagem do inverno para a primavera com grande alegria, pois haviam sobrevivido a mais uma estação fria. Normalmente esta comemoração ocorria numa noite de Lua cheia após o equinócio da primavera boreal. Vale lembrar que naquele tempo ainda não existia luz elétrica, por isso a Lua cheia era importante para iluminar a noite, e esse equinócio marca o início da primavera. Alguns povos pagãos da Idade Média, por exemplo, homenageavam a deusa Easter, a deusa da primavera. Normalmente essa deusa era representada segurando numa das mãos um ovo e brincando com um coelho em seu colo. Estes dois símbolos, o ovo e o coelho, representavam a fertilidade que este povo esperava obter da nova estação. Por isso algumas pessoas se presenteavam com ovos decorados ou até banhados em ouro. Note que esta comemoração tem um significado próximo ao da comemoração cristã, que é a idéia de renascimento e continuidade da vida. Além disso, alguns historiadores acreditam que a ressurreição de Jesus também ocorreu durante uma Lua cheia próxima do equinócio de primavera. E assim decidiu-se que a Páscoa deveria ser comemorada quando ocorressem estes dois eventos astronômicos. Por isso, podemos perguntar: Estamos alinhados à nossa energia e conexão com a vida, estamos comemorando a entrada da primavera, e a ressurreição de Jesus, seria então comemorada agora? Depois de tanta dominação as quais nos submeteram, nós do hemisfério sul, em nome do poder. Seria bom aproveitarmos estas datas para repensar a força simbólica que nos foi imposta durante as dominações... Nossos ancestrais teriam ou não suas próprias comemorações de passagem das estações?Onde estão nossos referenciais imagéticos? Que eventos são significantes em nossa terra? Paralelo 30, que cultos devemos guardar?... Hoje gostaria de desejar um ótimo final de semana de inicio do outono, lua cheia e muito sol... Que sementes guardaremos para o próximo verão?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
JORNADA PELA CURA UNIVERSAL

“RECONHECE A BONDADE NO PÁSSARO DE PLUMAGEM MULTICOR,NA ESPUMA DE UMA TORRENTE, NA QUEIXA DO VENTO, NO ESTALAR DAS ÁRVORES, NO PERFUME DAS FLORES, NO ESPLENDOR DA AURORA... A NATUREZA É OFERTADA PELO GRANDE ESPÍRITO PARA O BEM ESTAR DE SEUS FILHOS.”
ESTAREMOS OFERTANDO NOSSA MEDICINA À QUERIDA
MÃE TERRA E AOS NOSSOS IRMÃOS QUE SE FIZEREM PRESENTES,
NUMA PARTILHA DE AMOR, DE CARINHO, DE BONDADE,
CADA UM OFERECENDO O QUE TEM DE MELHOR.
SERÁ UM DIA TOTALMENTE DEDICADO À CURA.
QUEM TIVER PODE TRAZER SEUS INSTRUMENTOS SAGRADOS
( MARACÁ, TAMBOR, FLAUTA, CACHIMBO...ERVAS PARA QUEIMAR,
TABACO PARA OFERTAR AO FOGO E À TERRA).
DATA: 18 E 19 de Abril de 2009
LOCAL: Pousada Recanto Xamânico – Sítio Terra Cristal
INVESTIMENTO: R$ 35,00
Contatos:
(51) 3542 9023 / 9639 4428 / 9966 0200
terracristal@terra.com.br www.sitioterracristal.com.br
Obs.: trazer roupas de cama e banho,
um alimento para partilha (arroz integral,
café, açúcar mascavo, azeite, shoyo ...
e frutas e/ou pães).
sábado, 4 de abril de 2009
Ontem foi noite de Arteterapia em Alvorada-RS!
Com o objetivo de combater a evasão escolar, a Escola Estadual Senador Salgado Filho resolve investir em Workshop de Arteterapia para o corpo docente! Ontem às 19horas estive com um grupo de professores que responderam a esta ação da Diretoria e do Circulo de Pais e Mestres e participam a partir de ontem de mais um curso de reciclagem profissional. O convite me trouxe grande satisfação, já que no ano passado havia estado lá realizando uma oficina sobre deficiência visual no contexto escolar. Agora a demanda era outra combater a desmotivação que se abate sobre os educadores, conhecendo boa parte dos problemas que estes profissionais enfrentam, ofereci um trabalho de “Reconexão com os atributos do mestre”. A receptividade dos participantes foi significativa, onde trabalhamos corpo, mente e expressão plástica na produção de sentidos. Foi para todos do grupo de vinte professores uma primeira vez, e no contexto escolar de certa forma representa uma atitude pioneira; uma mudança de paradigma. Tratarmos as questões que envolvem a evasão escolar sem o olhar exclusivamente tecnicista, através da instrumentalização pedagógica e de políticas públicas... Passa-se a valorizar o professor enquanto um ser complexo, permeado de necessidades, emoções e valores a serem desenvolvidos e valorizados... A materialização das emoções e desejos de superação e renovação fica pra vocês nas imagens dos bastões símbolos muito pessoais!
quarta-feira, 25 de março de 2009
Venham conhecer: O Caminho das Pedras !
segunda-feira, 23 de março de 2009
Teatro de bonecos interativo para crianças!!!
Este é um espetáculo que fala diretamente a criança, com respeito e amor. Os seus personagens, a menina das flores, o varredor, o gato mantém seuscorações inocentes, descobrindo o mundo de hoje, puras em seus pensamentos e deduções. O público dá vida aos bonecos, acredita neles, gosta deles e sentenecessidade de também se comunicar com eles. Nesta troca entre espectador e o boneco, o manipulador está atento às questões que o público propõe e que, quase sempre são pertinentes à história que esta sendo contada para as crianças e adultos com poesia no coração.sábado, 21 de março de 2009
ARTETERAPIA DE CORPO & ALMA Por IRENE GAETA ARCURI
Gosto muito do trabalho da Irene Arcuri, desde que conheci seu livro " O corpo secreto" onde ela trabalha a Arteterapia e a calatonia de uma forma muito agradável.. Agora descobri navegando por estas águas virtuais que ela possui um livro também sobre a abordagem do corpo no trabalho arteterapêutico. Eu adorei e acredito que aqueles que me acompanham também vão gostar. É só copiar este link e colar na janela do seu navegador! Boa leitura!!
quinta-feira, 19 de março de 2009
Arteterapia e Obesidade !!!
Como todos sabem, o ganho e acúmulo de peso é normalmente causado pela cultura do consumo de produtos industrializados e pela falta de exercícios físicos regulares. O que poucos sabem, é sobre a importância do acompanhamento psicológico com pacientes obesos. Bem, a primeira questão é; - Se já sabemos da importância de uma boa alimentação acompanhada de exercícios físicos regulares, porque os números publicados pelo IBGE são crescentes? Porque temos dificuldade de iniciar, procurar o nutricionista e começar uma dieta saudável e equilibrada? Porque deixamos para nos matricular em uma academia na próxima segunda-feira?
A saúde Psíquica deve ser tão valorizada e “exercitada” quanto a saúde física. A psicoterapia possibilita o encontro de novos caminhos, para que possamos enfrentar , minimizar e dissolver os obstáculos emocionais que nos desvirtuam para uma escolha errada, a qual sabemos que nos prejudica fisicamente.
Tudo isso, ocorre `a nível inconsciente. A nossa consciência (racional), nos diz que não devemos comer mal, porém, as emoções conturbadas e reprimidas no nosso inconsciente, não possuem recursos suficientes para subirem ao campo da consciência.
O trabalho psicológico, faz justamente o papel auxiliar e amplificador da comunicação entre consciente e inconsciente , a qual é necessária para o processo de auto-conhecimento. Portanto, acredito e defendo que para que aconteça uma real transformação corporal, é de extrema importância que esta se movimente de dentro para fora. Os obstáculos encontrados são elaborados, desde a primeira fase (ancorar a decisão), passando pelo processo de esvaziamento e emagrecimento até a permanência do peso. E o que realmente trabalhamos, é o esvaziamento, não de gordura corporal acumulada, mas sim, o de “gordura emocional” reprimida.
Como psicóloga e arte terapeuta, encontro na arte a possibilidade rica em encontrar o caminho para auxiliar esta comunicação (consciente - inconsciente), pois, na arte terapia, trabalhamos com a amplificação do campo criativo através do fazer artístico sem preocupação estética. Assim, auxilia o resgate da estima a si próprio; a construir um espaço seguro e agradável, necessário para o processo de criação e expressão; cria condições para que o indivíduo reconheça sua própria história, facilitando a auto-percepção e a aceitação de sua individualidade.
A Arteterapia é uma prática terapêutica que estimula o indivíduo a externalizar através da arte conteúdos simbólicos armazenados em níveis profundos da psique, sua decodificação e sua integração ou transformação promovem a saúde psíquica do Indivíduo.
Mariana Plaisant
Psicóloga e Arteterapeuta CRP: 05/35615
http://www.chamamed.comsexta-feira, 13 de março de 2009
O que é a Associação de Arteterapia de Rio Grande do Sul?

AATERGS é uma entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos. Tem como finalidade a de congregar arteterapeutas, instituições de Arteterapia bem como pessoas físicas e jurídicas interessadas na área da Arteterapia, representando-os em nível estadual, federal, nacional e internacional a fim de estabelecer intercâmbio de conhecimento, experiências, coordenando seus esforços, estudos e ações. Em nosso estatuto: Segundo a AATA: “A Arteterapia diz respeito ao uso de recursos artísticos em serviços terapêuticos. A terapia através da arte reconhece tanto os processos artísticos como as formas os conteúdos e as associações, como reflexos do desenvolvimento, habilidades, personalidade, interesses e preocupações do indivíduo. O uso da Arte como terapia implica que o processo criativo pode ser um meio tanto de reconciliar conflitos emocionais como de estimular auto-percepção e crescimento pessoal. Em adição ao seu uso em tratamentos terapêuticos, pode ser usada também na avaliação de indivíduos, casais, famílias e grupos” (AATA, Information and Membership). “A Arteterapia favorece o auto-conhecimento, através da utilização da comunicação não verbal, da linguagem plástica e da criatividade”. (Betania Norgren)
Convido você a conhecer mais sobre a AATERGS no site: www.aatergs.com.br
sexta-feira, 6 de março de 2009
Discriminações & Preconceitos traz à cena o Teatro do Oprimido
O Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre apresenta o espetáculo Discriminações & Preconceitos, dentro do seu projeto As Várias Faces da Opressão. A sessão acontece no dia 10 de Março (terça-feira), às 20h, na sala 502 da Usina do Gasômetro, com entrada franca. A distribuição de senhas tem início às 19h 30.

A montagem é resultado da oficina Teatro - Fórum, baseada no método do Teatro do Oprimido, do teatrólogo Augusto Boal. O espetáculo é formado por três esquetes que abordam temas como: discriminações e preconceitos pela cor da pele, por baixa estatura e pela profissão escolhida. Celso Veluza dirige o elenco formado por, Alisson Gonçalves Alves, Andrea Sampaio Cunha. Fábio Ricardo Mesquita Mold, Jorge Alberto Seguro, Marcia Camargo, Suzana Zart.
A atração faz parte da programação do projeto Usina das Artes, promovido pela Secretaria Municipal da Cultura.
Serviço:
Quando: 10 de Março (terça-feira)
Onde: sala 502 da Usina do Gasômetro (Av. Presidente João Goulart, 551 - Porto Alegre)
Horário: 20h
Entrada Franca (Entrega de senhas a partir das 19h 30)
Mais informações no celso.veluza@gmail.com ou pelo (51) 9161 5014, com Celso Veluza.
www.teatro-do-oprimido.blogspot.com
Crédito da fotos: Michele Rolim
<
quarta-feira, 4 de março de 2009
Arteterapia em Buenos Aires!!!
Experimentando la potencialidad de los procesos creativos
para una transformación y desarrollo personal.
A partir de la vivencia de propuestas arte terapéuticas serán ofrecidos los soportes teóricos que las fundamentan.
Objetivos:
- Propiciar un acercamiento a la arteterapia como herramienta para conocer sus potencialidades como medio de conocimiento personal, superación de dificultades, miedos, preocupaciones favoreciendo la resolución de conflictos, re-significándolos a través de la expresión.
- Esclarecer las posibilidades del arteterapia en los diferentes contextos.
- Experimentar la importancia de procesos creativos con la intención de conocer, comprender y modificar un comportamiento, trabajar las emociones y comprender situaciones de la realidad cotidiana o de un momento específico crítico de la vida promoviendo un cambio positivo para el bienestar físico, mental, social y espiritual de un individuo, una familia o un grupo.
- Vivenciar la potencialidad de la creatividad expresiva estimulando la imaginación y visualizando mudanzas como medio para mejorar la autoestima, trabajar ideas, sentimientos, pensamientos, sueños, relaciones e interacciones consigo mismo y con otros.
Taller coordinado por Angélica Shigihara:
Arte-terapeuta, profesora e investigadora con experiencia en formación, supervisión y coordinación. Con especialización en Ed. Especial y Formación en Arteterapia en Brasil. Coordina curso de formación en Porto Alegre-Brasil y atelier de arteterapia. Profesora invitada en varias universidades brasileras y organismos internacionales, realiza proyectos de desarrollo de altas habilidades, arteterapia y creatividad. Miembro del Consejo Brasilero para la Superdotación / Altas habilidades, de la Federación Ibero-Americana do World Council for Gifted and Talented Children, de la Associação Gaúcha de Apoio às Altas Habilidades, es presidente de la AATERGS-Associação de Arteterapia de Rio Grande do Sul y miembro del Conselho Diretor de la UBAAT-União Brasileira de Associações de Arteterapia. angeshigihara@gmail.com Contacto en Buenos Aires: (11) 4790-5795 / 1561730592 y Porto Alegre: (00555)51- 32417635 / (00555)51- 92514121
Lugar:
Escuela Superior de Bellas Artes Regina Pacis.
25 de mayo 327. San Isidro. Buenos Aires.
Día y horario:
Sábado 7 de marzo.
Desde las 9:45 a las 12 Hs.
Arancel: $ 20
$ 10 (Profesores y alumnos de la Institución)
Informes e inscripción:
Teléfono: 4575 4224 E-mail: reginarte@sinectis.com.ar
www.talleresycursosdearte.blogspot.com
………………………………………………………………………………………………………………………..
Para personas en búsqueda de crecimiento personal e interesados en general.
No precisa experiencia previa de arte ni conocimiento teórico.
Cupo limitado.
Espero Vocês
abrazo,
Angélica Shigihara de Lima
Profesora, arteterapeuta
Maestria en Docencia Universitaria - UTN - Buenos Airesangeshigihara@yahoo.com.br
segunda-feira, 2 de março de 2009
Formação em Danças Circulares Sagradas
FOCALIZADORAS RESPONSÁVEIS:MIRIAM LEIPNITZ E ROSENARA SILVA
1.PROGRAMA:
6 módulos(9h às 18H)
Local: SERGS - Pedra Redonda
3 imersões( 10H sábado/ 12h Domingo) CARPE DIEM PRESIDENTE LUCENA
1° MÓDULO - 04 DE ABRIL - Conceitos e Simbolismo nas Danças Circulares; Práticas
2º MÓD. - 9 DE MAIO - Estilos de Danças Circulares-Tradição por Povos;Práticas
IMERSÃO 1. - 6 e 7 JUNHO - Benefícios das D.C. ; Escrita das Danças; Ensinando Danças e Ensinando a Dançar; Práticas.
3ª MÓD. - 4 JULHO - Tema a ser definido;
4º MÓD. - 1 AGOSTO - Tema a ser definido;
IMERSÃO 2. - 12 e 13 SETEMBRO - Renata Ramos com o Tema NUMEROLOGIA E ASTROLOGIA NAS DCS;
5ª MÓD. 3 OUTUBRO - Tema a ser definido;
6º MÓD. 7 NOVEMBRO - Tema a ser definido;
IMERSÃO 3. - RITUAL DE CELEBRAÇÃO
Vagas Limitadas
Miriam - tlaijamiruca@yahoo.com.br
Rosenara - rosenarasilva@terra.com.br
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Mulheres Possíveis
possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita,
muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias,
ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o
cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com
eles, estudo com eles, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas
amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a
toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho
meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os
consertos domésticos e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas
coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua
lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria
modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que
desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto
por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão
de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente
organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou
pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se
não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem
avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você
precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está
precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar
e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco
estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma
vida interessante'.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
(Texto da Revista do Jornal O Globo)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
III Jornada Goiana de Arteterapia
I Jornada Brasileira de Arteterapia, XI Fórum Brasileiro de Arteterapia e III Jornada Goiana de Arteterapia
"Arteterapia, Musicoterapia e desenvolvimento humano"
Data: 29 de abril a 02 de maio de 2009
Local: Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG) Rua 227 Qd 68, S/N - Setor Leste Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil - CEP: 74.605-080 - Telefone: 55 (62) 3521-1822 - Fax: 55 (62) 3521-1807.
Realização: Faculdade de Enfermagem (FEN) e Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA)
Apoio: PROEC-UFG, Instituto Saber, União Brasileira de Associações de Arteterapia (UBAAT), NEPSI e NEPATA/FEN-UFG
Público Alvo: arteterapeutas, musicoterapeutas, enfermeiros, psicólogos, pedagogos, médicos, terapeutas ocupacionais, arte-educadores, artistas plásticos, músicos, fisioterapeutas, psicopedagogos, profissionais, outras área afins, tanto educadores, pesquisadores, acadêmicos e demais pessoas que queiram participar.
Apresentação de Trabalhos, até dia 15 de março de 2009
- Para apresentação de trabalhos é necessário estar inscrito no evento (mínimo o relator).
- Os trabalhos deverão ser inscritos e encaminhados até o dia 15 de março/09 em word, fonte Arial, tamanho 12, espaço entre linhas 1,5 cm , contendo o equivalente de 1 a 20 páginas, em forma de resumo, resumo ampliado ou artigo, folha A4, contendo título em negrito, nome do(s) autor(es), mini-curriculum (titulação, graduação, identificação da instituição ou unidade da federação). O texto poderá conter tabela, gráfico ou foto, desde que com a devida autorização. Os trabalhos (resumos ou artigos) serão publicados em forma de Anais do Evento.
- Será necessário colocar o eixo temático do trabalho: infância, adolescência, fase Adulta, velhice ou vários/outros
- O texto deverá constar um resumo de até 300 palavras, de 3 a 5 palavras-chave, uma descrição da introdução, objetivos, metodologia, resultados, discussão, conclusões e bibliografia utilizada.
- A revisão lingüística e de normas da ABNT é de responsabilidade dos autores dos trabalhos.
- Terão prioridade na apresentação de trabalhos os sócios atualizados das Associações afiliadas na UBAAT (União Brasileira de Associações de Arteterapia).
- Os resumos e os textos completos devem ser enviados para o e-mail: jornada.arteterapia@gmail.com, em arquivo anexo. Os autores devem aguardar resposta de confirmação de recebimento, para evitar problemas de extravio. Na ausência de resposta imediata recomenda-se fazer nova remessa.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Cursos sobre Baixa Visão em 2009!!
Os cursos oferecidos são os seguintes:
1º SEMESTRE
- Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Módulo 1
- Sorobã para Pais e Responsáveis
- Estimulação Precoce
- Braille para Professores
- Baixa Visão
- Educação Infantil
- Informática para Professores
- A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Aquisição da Leitura e Escrita em Braille
- Cerâmica para Profissionais de Reabilitação
- Arte em Educação
2º SEMESTRE
- Orientação e Mobilidade
- Produção de Material
- Sorobã (Menor Valor Relativo) para Prodessores
- Alfabetização no Sistema Braille
- Práticas Educativas para Uma Vida Independente
- Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Módulo 2
- Musicografia Braille
- Curso de Qualificação de Professores na Área de Deficiência Visual
Para maiores informações:
»» Entre em contato com o IBC / DCRH pelo telefone (0XX21)3478-4454 ou (0XX21) 3478-4455.
»» Envie E-Mail para ibc@ibc.gov.br ou dcrh@ibc.gov.br.
»» Através de nosso Site, www.ibc.gov.br, você poderá baixar os Editais dos cursos de Qualificação de Professores na Área de Deficiência Visual.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Sesc Gravataí antecipa a programação para o ano!!!
Encontro Literário/2009
com o tema: CRÔNICA E POESIA
Sesc Vale do Gravataí - 25/03-19h Sala multiuso
O Encontro Literário em Gravataí no dia 25/03 terá como debatedores os escritores Rubem Penz, Marlon de Almeida e Fabrício Carpinejar (mediação/debate).
Nos dias 01, 08, 15 e 22 de abril, das 19 horas às 22 horas, será realizada a OFICINA DE CRIAÇÃO CRÔNICA E POESIA ministrada por Rubem Penz e Marlon de Almeida.
As inscrições para o ENCONTRO LITERÁRIO e a OFICINA são gratuitas e já estão abertas.
As pessoas interessadas poderão retornar por e-mail (fflores@sesc-rs.com.br) ou se inscrever no SAC do SESC VALE DO GRAVATAÍ.
SESC VALE DO GRAVATAÍ
RUA ANÁPIO GOMES, 1241
CENTRO - GRAVATAÍ
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: 08 horas às 20 horas
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Este ano tem Congresso de ARTETERAPIA no Chile!
II CONGRESSO LATINOAMERICANO Y III DEL MERCOSUR
Eixos Tematicos
Arteterapia e saúde mental
Temas vinculados á prevenção, tratamento, reabilitação psicossocial de pessoas adultas, crianças e adolescentes com problemas e/ou transtornos de saúde mental.
Arteterapia e medicina
Temas vinculados ao apoio terapêutico de arteterapia com problemas médicos de saúde em contextos hospitalares ou outros e em diversos grupos de idade. (Ex. arteterapia e câncer, HIV, cuidados paliativos, hospitalizados, reabilitação física e neurológica, etc.).
Arteterapia e educação
Temas vinculados à aplicação da arteterapia em contextos educativos formais (Educação infantil, fundamental, média e universitária diferencial, projetos de integração educativa, entre outros).
Arteterapia e temas sociais comunitários
Temas vinculados a conflitos sociais por instabilidade social-política, migrações, pobreza e marginalização, desenvolvimento comunitário, promoção da saúde e educação social.
Comissão Organizadora
Av. Providencia 2411 Dpto. 103, Providencia, Santiago de Chile
Tel: 56-2-2323834
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Baixa Visão? Oque fazer?
Dra. Maria Aparecida Haddad é coordenadora clínica do Instituto Laramara, da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual e colaboradora do Ambulatório de Visão Subnormal do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Cegueira e baixa visão
Drauzio – Como se estabelece a diferença entre cegueira e baixa visão?
M. Aparecida Haddad – Quando abordamos a deficiência visual, consideramos a criança ou o adulto cegos ou com baixa visão. Qualquer que seja a idade, a pessoa é cega quando não tem percepção de luz. Para ela tudo é escuro. Para classificar a baixa visão, utilizamos a escala numérica da medida da acuidade visual. Lembrando que a visão normal é 20/20, a baixa visão vai de 20/60 até a falta de percepção de luz.
Drauzio – Pode-se dizer que, teoricamente, tem deficiência de visão a pessoa que enxerga três vezes menos do que o normal?
M. Aparecida Haddad – Enxerga no mínimo três vezes menos do que a pessoa normal. É importante lembrar que as medidas de acuidade visual indicam a deficiência quando a pessoa apresenta alteração mesmo depois do tratamento clínico ou cirúrgico para a doença ocular de base e o uso dos óculos adequados. Não fosse assim, seria considerada com baixa visão a pessoa que tivesse oito graus de miopia, o que não é verdade. Portanto, essa classificação só cabe quando o paciente passou por todos os tratamentos possíveis para a doença ocular de base e já foram tentados todos os recursos óticos disponíveis para melhorar a visão.
Drauzio – Quais são os parâmetros para estabelecer o critério de baixa visão e cegueira?
M. Aparecida Haddad - Falar de baixa visão é diferente de falar em cegueira. Na cegueira, existe um padrão único de resposta, ou seja, a pessoa não enxerga nada. Para entender o que se chama de baixa visão, de acordo com a classificação da Dra. Faye da Universidade de Nova Iorque, há três padrões diferentes.
Primeiro: a pessoa pode ter uma alteração da transparência dos meios óticos, ou seja, as estruturas que são transparentes podem perder a transparência. Por exemplo: a perda da transparência do cristalino por causa de uma catarata não operada ou uma cicatriz na córnea.
Segundo: cicatriz na região central da retina, na mácula ou fóvea para onde converge a imagem, pode provocar um defeito no campo visual que obriga a pessoa a posicionar a cabeça e o olhar de tal modo que a visão seja jogada na área da retina que permanece viável.
Terceiro: fechamento do campo visual por doenças oculares, como o glaucoma ou a retinose pigmentar. Nesse caso, a pessoa vai perdendo o campo periférico até que só lhe resta a visão em tubo. Como conseqüência, perde a orientação espacial e precisa realizar uma varredura maior no ambiente para reconhecê-lo e localizar-se.
O critério de baixa visão segue esses três padrões de resposta, que são diferenciados, porque dependem da alteração da acuidade visual ou de outras funções como sensibilidade ao contraste, percepção das cores e intolerância à luminosidade.
Drauzio – O que se deve fazer quando se diagnostica deficiência visual importante numa criança?
M. Aparecida Haddad – Quando o oftalmologista detecta deficiência visual numa criança, deve encaminhá-la a serviços especializados para ser submetida a uma avaliação. Por meio de testes, serão analisadas todas as suas funções visuais a fim de compreender como essa criança está enxergando. Saber isso é importante porque, no processo de reabilitação visual, esse dado será transmitido aos profissionais da área de educação que vão dar apoio à inclusão da criança com baixa visão na escola comum. O professor precisa saber como exatamente a criança enxerga para fazer alterações no ambiente e no material de modo a favorecer o melhor desempenho visual possível.
Drauzio – Como é o encaminhamento dos adultos com deficiência visual importante?
M. Aparecida Haddad – Os adultos também são encaminhados para avaliação a fim de estudar-lhes a função visual e compreender como estão enxergando. Tanto na criança em idade escolar como no adulto, considera-se sempre a possibilidade de melhorar a visão por meio de recursos especiais. Os mais utilizados são os óculos adaptados com adições fortes para ampliar a imagem retiniana. Porém, se essa imagem aumenta quando a pessoa aproxima um texto ou objeto do olho, o foco fica prejudicado pela distância reduzida e são necessárias lentes positivas especiais para recuperar o foco a imagem não ficar borrada. Esse distúrbio é freqüente nos idosos que já não têm mais a capacidade acomodativa de foco. Na criança, que tem essa capacidade a curta distância, os resultados costumam ser melhores. Existem outros recursos como as lupas manuais ou de apoio e os sistemas telescópios que aumentam a imagem na retina. Utilizando maior número de fotorreceptores, esses recursos aumentam também a informação que vai para o cérebro, o que melhora a resolução visual.
Drauzio – Muitas mães acham que o uso do computador pode comprometer a visão da criança. Tem procedência essa preocupação?
M. Aparecida Haddad – Não tem e também não faz mal sentar perto da tela da televisão. Acontece, porém, que, quando mantemos um longo período de trabalho diante do computador, estamos nos valendo de uma visão muito próxima que demanda maior esforço visual. É diferente de olhar para o infinito. Pousados no infinito, nossos olhos estão em repouso. Por isso, pessoas que usam o computador o dia inteiro, com certeza terão cansaço visual maior. A recomendação é que intercalem períodos de trabalho com períodos breves de repouso. Olhar para o horizonte, por exemplo, é boa sugestão. Outro fato importante a considerar é que, concentrados no trabalho, piscamos menos, a lubrificação do globo ocular diminuiu e o olho fica mais ressecado. Portanto, diante do computador, precisamos lembrar de piscar ou, então, de fazer uso de lágrimas artificiais para manter os olhos úmidos.
Drauzio – Que conselhos você dá para quem quer manter boa visão pela vida toda?
M. Aparecida Haddad – Mesmo que não tenha nenhum problema de visão, a pessoa deve fazer uma avaliação oftalmológica por ano. Se aparecer alguma alteração ocular, como vermelhidão nos olhos ou leve embaçamento, o oftalmologista deve ser consultado. Pingar colírios nos olhos sem a indicação de um profissional médico é absolutamente contra-indicado. Muitos colírios provocam efeitos colaterais graves. Os que contêm corticóides podem aumentar a pressão intra-ocular ou provocar quadros de glaucoma e catarata. Outro conselho é que os pais levem em consideração as queixas visuais das crianças, como dor de cabeça, baixo rendimento escolar ou aproximação exagerada do aparelho enquanto assiste à televisão. Muitas vezes, é possível observar a resposta visual de uma criança com um simples tampão. Cobre-se um olho e pede-se para que realize alguma atividade. Repete-se a operação com o outro e compara-se o desempenho dos dois olhos separadamente. Essa estratégia ajuda a verificar como a criança enxerga com cada olho.
Site: www.laramara.com.br
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Eu Amo Teatro!!!

Oficina de Teatro
Fórum
Para Atores e Não-Atores
Oficina com 20 horas de duração onde são experimentados jogos e exercícios teatrais do Método do Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal. Os participantes da oficina montarão um teatro-fórum baseado em algumas experiências que viveram ou presenciaram de opressão, essa peça-fórum poderá ser levada a público se for vontade dos participantes. E o espect-ator poderá intervir nos rumos dessa história, porque no teatro-fórum é assim, você assiste à peça e no final pode interferir na história tentando solucionar os conflitos.
"Divulgar o método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal, é a proposta do diretor de Teatro, Celso Veluza com a oficina de Teatro Fórum - Modulo I.".
A atividade faz parte da programação do projeto Usina das Artes, desenvolvido pela Secretaria Municipal da Cultura.
Veluza pretende desenvolver as técnicas do Teatro-Fórum através de exercícios e jogos, expressão corporal, improvisação, dramaturgia, interpretação e fundamentos de história.
Divulgue a idéia! Participe!
O que: Oficina de Teatro-Fórum
Duração: 20 horas
Oficineiro: Celso Veluza
Quando: De 13 de Janeiro à 05 de Fevereiro (terças e quintas)
Horário: Das 19h às 21:30h
Onde: Centro Cultural Usina do Gasômetro (Avenida Presidente João Goulart, 551 - Porto Alegre - Sala 504).
Inscrições: 9161.5014, 3019.0857 ou celso.veluza@gmail.com
Fotos: Celso Veluza
Produção: NETO-Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido e Cia. A Hora do Anjo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
CRIANÇA NO HOSPITAL ? Arteterapia pode ajudar!!!
Adorei o trabalho da Ana Claudia, que tive oportunidade de conhecer pessoalmente em novembro passado durante o congresso de arteterapia. Por isso resolvi compartilhar um fragmento do seu texto sobre o trabalho com arteterapia para crianças em um contexto hospitalar...

"Toda criança, especialmente às que vão ser submetidas a um processo cirúrgico, tem a necessidade de se expressar, de criar, de estabelecer relações com o mundo. E a utilização da arteterapia favorece a criança nestes aspectos, além de afastá-la do desagradável, da dor, da ansiedade, da monotonia, propiciando a exteriorização de impulsos agressivos, medos e temores; transformando seus significados. Ademais, a arteterapia motiva a criança para exercitar sua criatividade de forma natural.
A arteterapia, então, oferece oportunidades que levam a criança a aceitar com mais naturalidade as situações indesejáveis, auxiliando-a a se adaptar melhor às rotinas hospitalares do pré-operatório e a restabelecer o equilíbrio emocional.
Ao trabalhar com as modalidades expressivas (desenho, pintura, modelagem, dramatização entre outras) gera um processo de organização do real e de sua criação, sendo, ao mesmo tempo, algo estruturante e expressivo, implicando na transformação de significados.
O processo arteterapêutico inicia-se com um contrato de trabalho, para determinar as condições de funcionamento, como cronograma a ser agendado com a pessoa (período, dia, horário etc); quais as modalidades de atendimento a serem trabalhados (individual ou grupal); e esclarecimento de dúvidas sobre o processo em si.
Posteriormente, faz-se o atendimento inicial: iniciando-se as sessões com atividades de aquecimento libertadoras de tensões com o intuito de criar um clima permissivo e alegre, através de atividades de relaxamento, técnicas de respiração adequadas, meditação, movimentos corporais espontâneos e conscientes, improvisação sonora, imaginação ativa ou de jogos e brincadeiras.
Nos atendimentos, durante as sessões, são trabalhadas as modalidades artísticas. Cada modalidade tem propriedades terapêuticas inerentes e específicas e cabe ao profissional da arteterapia construir um repertório de informações adequadas a cada uma.
Não existe um roteiro pré-definido de atividades em arteterapia para as crianças no período pré-operatório, pois, as atividades vão se adequar conforme as necessidades, os interesses, o nível de desenvolvimento e quadros clínicos a serem atendidos.
No final de cada sessão, faz-se um fechamento e avaliação da mesma pelo compartilhar dos sentimentos, trabalhando-se as funções do pensamento, das emoções e da percepção individual, do outro e do grupo".
VALLADARES, Ana Cláudia Afonso - Manejo arteterapêutico no pré-operatório em pediatria. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 06, n. 01, 2004. Disponível em www.fen.ufg.br
domingo, 4 de janeiro de 2009
Instituto de Gestalt Terapia do Rio de Janeiro
"Para Wanderley (2002), psiquiatra e artista plástico, a arte é um caminho que estreita a relação entre a loucura e a saúde através da criatividade. Criatividade é entendida por ele como o movimento contra a repetição e a estereotipia; um ato que amplia as possibilidades do sujeito apresentando-o a uma nova modalidade de apreensão do mundo por meio da ampliação do contato afetivo com a realidade. Em Gestalt-Terapia a criatividade se apresenta como algo inerente ao ser humano, está intrinsecamente conectada aos processos de vida. Possibilita ao sujeito experimentar novas formas de se relacionar.
Wanderley dedica sua prática aos sujeitos psicóticos. Utiliza-se dos Objetos Relacionais, obras originadas do trabalho de Lygia Clark. Esta última percebeu que em contato com o corpo do sujeito, na relação corpo/espaço/objeto/ambiente estes Objetos deixavam de ser vários e ganhavam unidade. Objetos Relacionais são objetos que auxiliam no tratamento de pessoas sofrentes em situações-limite. Como exemplos de Objetos Relacionais têm-se: Almofada leve-pesada – pequena almofada com uma costura no meio, dividindo-a em uma parte leve (recheada de bolinhas de isopor) e outra pesada (recheada com areia de praia); Objeto pedra e ar – um saco plástico inflado com uma pedra em um de seus vértices; Pequena lanterna – a lanterna é usada para esquentar os lábios das pessoas através da luz; entre outros.
Tomando como ponto de partida o corpo, por estar neste a experiência do sofrimento psicótico e através do contato com os objetos no corpo desses indivíduos, é possível experimentar sensações que os conduzem a um processo íntimo e transformador. “[...] na experiência psicótica, o desmembramento do corpo de alguém cria um vazio que impede que este corpo seja vivido. Ao mesmo tempo, este vazio é um espaço potencial, criador de novas referências individuais” (idem, ibidem: 70).
Wanderley (2002) aponta que a presença da arte, como os ateliês de pintura e escultura, oficinas de dança, literatura, música, entre outros, nas instituições psiquiátricas, facilita a expressão criativa do sujeito e pela qual os doentes podem recorrer como uma forma de se comunicar com o mundo e de se reestruturarem internamente. (Ciornai, 2004): “O instante da atividade artística, como um estado alterado de consciência, ajuda a pessoa a focalizar seu mundo interno, adentrando um canal mais intuitivo e mágico, onde nos surpreendemos com nossas próprias imagens e com os significados que nelas encontramos” (p.80). Por relaxar as defesas do sujeito e permiti-lo contatar, sentir, elaborar de uma outra forma que não lhe seja ameaçadora, a arte possibilita a quem dela se utiliza exprimir sentimentos nunca antes vivenciados, seu ser mais profundo e autêntico, segundo Ciornai (2004). Seja qual for a experiência artística, o caminho pelo qual somos conduzidos é o da descoberta interior.

Stanislavski (2002), teatrólogo e estudioso do teatro realista/clássico, fala do processo criador na construção e interpretação do personagem, pelo ator. Interpretação num sentido fenomenológico existencial refere-se ao vívido vivido, segundo Fonseca (2005). Ao desdobramento das possibilidades da compreensão. E compreensão é consciência pré-reflexiva, vivência. As várias formas de expressão que o sujeito tem como possibilidades de se expressar genuína e existencialmente, como uma demonstração do seu ser-artista."
Texto extraído da Revista do Instituto de Gestalt-Terapia e Atendimento Familiar
sábado, 3 de janeiro de 2009
Nos dias de chuva, Leia!!!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Bom humor contagia!!!
A Felicidade pode ser contagiante: Conceição Trucom
Segundo um estudo publicado na revista científica British Medical Journal, pelos pesquisadores Nicholas Christakis e James Fowler, a felicidade pode ser contagiosa. Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode "contagiar" aqueles com quem ela se relaciona. Os pesquisadores mediram como as redes sociais estão interligadas à felicidade dos indivíduos.
A pesquisa revelou que o bom humor contagia aos parceiros, parentes e amigos. O estudo realizado com 5124 adultos (24 a 70 anos) sugere que a felicidade de uma pessoa influencia a felicidade daqueles que o cercam. Se um amigo seu fica feliz, e ele mora a menos de uma milha (1,6 km), aumenta em até 25% a sua probabilidade de sentir mais ânimo e felicidade.
Essa é uma responsabilidade que poderíamos nos propor assumir para 2009. Porque se cada um tiver, para consigo, um compromisso de encarar os desafios inerentes da vida com mais realidade (mais localização, menos ilusão), bom humor e otimismo, estaremos aumentando as chances das pessoas que nos cercam estarem mais dispostas e despertas para esta mesma vibração. Esse é um efeito dominó, um contágio, bem saudável de se propagar, certo?
Fator Felicidade 1 - A proximidade
Foi encontrado que pessoas felizes que vivem em comum com outra(s) pessoa(s) aumentam a possibilidade da outra sentir felicidade, sejam parceiros, irmãos e parentes que moravam próximos e até vizinhos. O contágio da felicidade parece se estender até 3 graus de separação: até o amigo e o amigo do amigo.
Fator 2 - "Núcleos Concentrados de Amor"
Os resultados do estudo sugerem que existem "núcleos concentrados de amor" que disseminam o positivismo e esperança, que não dependem apenas da proximidade dos indivíduos.
O mais importante é que a saúde e o bem-estar das pessoas inseridas em redes sociais podem se propagar em ondas; afetando positivamente, ou seja, contagiando a saúde e o bem-estar das outras pessoas, diz o estudo.
O Professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da "University College London", afirma: "faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenha impacto em nossa própria felicidade".
Ele afirma que este estudo tem implicâncias para a saúde pública porque: "Se a felicidade é de verdade transmitida através de conexões sociais, poderia indiretamente contribuir para a propagação social da boa saúde em todos os seus aspectos" finalizou.
Fator 3 - O compromisso pessoal
É evidente que a desesperança e desamparo também se propaga por redes sociais, pois trata-se somente da mesma onda com polaridade OPOSTA.
Assim, cabe a cada um de nós cuidarmos para que a conexão seja com os "núcleos concentrados de amor" e fazermos parte deste efeito dominó de saudável contágio. Afinal, o mesmo ambiente que contagiamos, nos re-torna ainda mais felizes e animados.
Nos ligamos e fortalecemos nossos laços com os "Núcleos Concentrados de Amor" toda vez que:
- Praticamos a Terapia do Riso!!!
- Cuidamos bem da nossa vida: corpo (alimentação, exercícios e descanso), mente (ler, estudar, aprender, decidir), metas (amar desafios), lazer (amar se divertir e relaxar), amigos. Afinal cuidar bem da nossa vida é um ato de amor que logicamente contagia - transborda - a todos pela nossa leveza, vitalidade e gostosura, hehe!
- Cuidamos de meditar, orar, solidarizar, fazer artes (das boas), escrever, poetisar, dançar, cantar, pintar, brincar, celebrar, caminhar (na praia, na praça, na calçada, no parque, na floresta, no quintal)...
- Cuidamos bem do nosso tempo, valorizando-o, respeitando-o, sentindo gratidão por cada segundo de nossa vida, cada momento, cada sensação, cada sinal que a vida nos oferece para aprender, transformar e curar.
- Cuidamos atentamente, amorosamente das nossas escolhas, decisões e semeaduras. Parabéns, pois ao realizar este cuidado significa que os 3 primeiros cuidados já estão acontecendo.
- Praticamos a Terapia do Riso!!!
Entretanto, cada vez que DESLIGAMOS o contato com todos os "Núcleos Concentrados de Amor", mudamos nossa polaridade e:
- Ficamos ligados ou identificados com os Núcleos do Consumismo e Imediatismo;
- Ficamos fascinados pelos modelos e ícones destes núcleos de ilusão, desamor e destruição;
- Ficamos fascinados (dependentes) por alimentos industrializados, processados e de origem animal;
- Ficamos desanimados (sem anima ou alma), impotentes, empobrecidos em todos os valores e desamparados.
Dói reconhecer, mas é verdade!
Sem se reconhecer como parte de uma engrenagem infeliz, ou sem viver esta dor da conscientização, não tem como desligar e mudar a frequência. Não tem como ser feliz e ser um magnânimo CONTAGIADOR da felicidade.
Cada vez que deixamos de ler, meditar, brincar com nossos filhos ou exercitar-se para: ver TV, assistir novelas, noticiários e quilos de comerciais; deixamos de ser um potencial contagiador de Amor e Felicidade e passamos a ser um contagiado pelo capitalismo selvagem.
Cada vez que deixamos de nos alimentar com alimentos naturais e saudáveis para nos entupirmos de açúcar, chocolate e fast food, deixamos de ser um potencial contagiador e passamos a ser um contagiado, uma vítima empobrecida (literalmente) e vulnerável pela indústria da doença.
Cada vez que deixamos de investir em cultura, autoconhecimento e plantar/colher para: comprar "desnecessariedades"; nos tornamos mais ignorantes e estressados, para pagar as contas das "desnecessariedades"; no final de cada mês.
Bem, esta é a minha mensagem para 2009: Contagiar de Felicidade e Bom Humor!!!
E não esqueçam do projeto Quero viver num planeta que RI, criado em 2001, que em 2009 irá se materializar em livro.
Pratique!!!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
...do mesmo ano de nascimento da minha mãe...
Meditação no presépio
Cecília Meireles
Quando São Francisco de Assis inventou o primeiro presépio, e falou das coisas do céu numa gruta, dizem que, ao ajoelhar-se, desceu-lhe aos braços estendidos um Menino todo de luz. O Santo Poeta colocara ali apenas umas poucas imagens: as da Sagrada Família, a do irmão jumento e a do irmão boi. O áspero cenário de pedra tinha a nudez franca da pobreza, a rispidez dos desertos do mundo, o recorte bravio dos lugares de sofrimento. Aí, o Menino de luz pode descer, porque ele vinha para ensinar caminhos difíceis, e restituir às coisas naturais da terra o sentido da sua presença na ordem universal.
O amor humano é um perigoso jogo. Por amor, os homens foram construindo presépios ao longo do mundo, e já não lhes bastava a pedra desguarnecida: queriam recobri-la do ornamento da sua devoção. Trouxeram folhagens e flores, dispuseram frutos e pássaros, desceram o céu, num pálio de seda azul, colheram as estrelas, dos ramos que se alongam na noite. Caçaram a lua, no meio da sua viagem, e pescaram o sol, redondo peixe de nadadeiras flamejantes.
Não lhes bastaram, porém, ainda, esse convite e essa conquista, no reino dos adornos da natureza. Convocaram os habitantes do mundo para uma adoração geral. Trouxeram os pastores, que deviam ser os vizinhos mais próximos da feliz manjedoura; trouxeram os lavradores e os artífices, de acordo com as imaginárias relações da família do recém-nascido.
Mas era preciso não esquecer os Profetas, anunciadores do acontecimento, e das ruas da Bíblia os fizeram descer com suas barbas, seus cajados, suas visões e ainda cheios de voz.
Os Reis vieram por si, de olhos postos na Estrela; e como os Reis traziam os camelos; e os pastores, carneiros, também os Profetas arrastaram leões, e cabras sem defeito — e depois, em muita confusão, toda besta que remói, umas de unha fendida, outras não; e até os animais que caminham sobre o peito e os que têm muitos pés e ainda assim se arrastam pelo chão.
E, puxados uns pelos outros, vieram o cavalo e a mula, o cão e o elefante, o macaco, a hiena, o chacal e o leopardo, e o imundo crocodilo, com a cordilheira dos seus dentes, e a lagosta abominável, sem escama nem barbatana.
Foi talvez a lagosta que açulou os apetites, e os nobres italianos, com aquela pompa que o Renascimento lhes incutiu, trouxeram para os presépios a escamosa alcachofra e o labiado repolho, e cachos de uvas e salsichas, e o queijo e a rosca e o vinho — tudo que o amor ama e, por amor, quer repartir.
E os Profetas trouxeram as Sibilas, e as Sibilas as Cassandras e as Medéias e as Circes, e quem sabe até onde o humano mar se iria aproximando de onda em onda, nessa aglomeração sucessiva para adorar o Menino e ornamentar o Presépio. Homero traria seus argonautas; o rei Artur, seus paladinos; Marco Polo, seus mercadores, Gengis-Khan seus guerreiros — e o negro, o chim, o índio emplumado e o friorento esquimó se acomodariam todos sem dificuldade no recinto mágico presidido por um pobre Menino celestial.
E tão bem se sentiriam que, sem desejo de regresso, iriam buscar suas casas e suas montanhas, seus rios e seus moinhos, seus arados e seus fornos, suas embarcações e suas tendas, e ali se poriam a trabalhar, ao som de doces cânticos ali mesmo inventados, e ali bailariam, com gaitas e sanfonas, adufes e harpas, ocarinas e violas e tudo quanto, com metal, corda ou sopro, é capaz de produzir um som de feitura harmoniosa, comparável ao gorjeio das aves, ao suspiro das águas, ao adejar do vento e à voz humana quando quer ser mais que linguagem.
E o sol e a lua e as estrelas ainda pareceram apagados, para tão ambiciosa festa, e as mulheres e as moças puseram-se a dançar com círios acesos nas mãos, e tudo foi recamado de ouro em pó, e cada qual começou a escolher trajos mais cintilantes, de cetins mais lustrosos, com lavores mais ricos, e do mar e da terra se desentranharam todas as coisas que brilham e deslumbram, e não houve príncipe nem sacerdote nem mercador nem escravo que não gastasse os olhos e as pontas dos dedos, cosendo em seus estofos as gemas que os tornassem mais resplandecentes.
E nesse esplendor de fitas e rendas, de colares e anéis, com os animais de chifres dourados, de testa empenachada, de manto lavrado e guarnições de fina cinzelura, até se recordou que o Menino não podia estar ali despido como simples deus humanado — e teceram-lhe camisinhas e envolveram-no em brancas sedas, e para a tímida Virgem e o submisso carpinteiro trouxeram finas roupagens esmaltadas de cintos e fivelas, com barras de arabescos e densas pregas faustosas.
E as belas canções subiam como, nas hastes gladioladas, abrem os lírios verticalmente, de salto em salto.
E houve assim uma existência de amor, e alguém pensaria estar o mundo apaziguado, e a família terrena compreendida e satisfeita, trabalhando e cantando, bailando e dormindo tendo em redor de si a parede rústica do Presépio.
Mas, na verdade, a parede do Presépio deixara de existir. O que havia eram muitas paredes, de palácios e de mosteiros, de chácaras e de cozinhas de quartéis e de fábricas, de lojas e de manicômios.
Porque essa humanidade se arruinou e adoeceu; esqueceu-se que a oferenda não lhe pertencia, e estendeu a mão para a alcachofra e para a lagosta, para o cavalo do guerreiro e a coroa do suserano, e o que tocava cítara quis brandir espada, e o que varria o estábulo apoderou-se da cítara.
De modo que se chegou a ver o legionário romano, de agulha e dedal, bordando flores sobre cetim, e as dríades empunhando lanças, e os javalis sentados em cadeiras de ouro, abanados por leques de plumas.
Ninguém mais podia amar a sua oferta, mas a do seu vizinho; e já não amava com amor de dar, mas com amor de possuir. E não houve mais quem se despojasse, mas só quem apreendesse.
Notou-se que o sol e a lua e as estrelas não tinham mais sua substância própria: eram de ouro e de gemas, eram pintados e incrustados; não se moviam nem aqueciam mais.
Notou-se que os cantores tinham ficado melancólicos e a dança não se levantava em asas tênues: arrastava caudas fúnebres, patas desconfiadas, pontas de espadas surdas.
E aquilo que foi um Presépio era um mundo de contradições, sem equilíbrio nem sentido. Os Profetas eram
alucinados — e as Sibilas, dementes; os Reis, uns conquistadores mesquinhos; os guerreiros, uns assassinos convictos.
Nuvens de seda e pó de danças toldaram a íntima, pequena cena de um nascimento sobrenatural. Tudo tinha ficado mais importante que o Menino chegado para ensinar o amor. Tudo tinha formado sucessivos planos, anteriores uns aos outros, sobrepostos uns aos outros, escondendo-se uns aos outros, num amontoado de riqueza, ambição, prepotência, vaidade, cobiça, rapina, mentira, traição e ódio.
E tudo isso foi desabando por si mesmo, porque estava armado sem fundamento; e viram-se os Profetas fugitivos, arrastando os animais santificados e os imundos; e as Sibilas recolhiam seus oráculos perdidos, e as Medéias e as Circes enrolaram seus velhos feitiços; e os que tinham vindo por engano choraram pelas palavras que tinham entendido; e os que tinham vindo por verdadeiro amor deixaram pender a cabeça, e foram empurrados na onda devastadora, porque o amor é distraído e desatento de si, sem agressão nem defesa, e fica sempre esmagado, no torvelinho dos atropelos.
Mas quando tudo ruir completamente, — porque sempre chegam novos forasteiros ao Presépio, e cada um se diz o único verídico, o mais sincero e o mais poderoso, o mais rico e o mais fiel — quando tudo ruir completamente, o Menino continuará na sua gruta, com a sua família humilde, o irmão boi e o irmão jumento, para recomeçarem a vida, na simplicidade humana das coisas naturais e universais.
E se outro São Francisco se ajoelhar na gruta rústica, o Menino virá todo em luz aos seus braços, porque só o Santo Poeta entendia dessa irmandade geral do céu e da terra, e da graça de todos os despojamentos, e da alegria de não precisar ter, pela contemplação de todos os enganos, e da leveza da vida em expressão absoluta.
(Rio de Janeiro, revista “Rio”, Dezembro de 1946)
Texto extraído do livro “Cecília Meireles - Obra em Prosa - Vol. 1”, Ed. Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 192.
Saiba tudo sobre a vida e a obra de Cecília Meireles visitando "Biografias".
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Museu da ufrgs!!! Tem exposição até dia 19.
" Exposição Arte e Memória: Anos Rebeldes
Curadoria: Fábio Magalhaes
Para marcar os 40 anos de um período de fortes manifestações e repressão em nível mundial, o Museu da UFRGS apresentará a exposição "Arte e Memória: Anos Rebeldes, 1964-1968". Entre os dias 13 de outubro e 19 de dezembro, será possível conferir obras realizadas nas décadas de 60 e 70 por artistas de vários estados do Brasil que expressaram sua contestação política através de suas produções artísticas. O curador da mostra é Fábio Magalhães, que também foi responsável pela curadoria da 2ª e 3ª Bienal do Mercosul.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Tem Atelier de Mosaico para vermos neste Sábado!!!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Revista O CUIDADOR - Marilice Costi

A revista O CUIDADOR é para quem dedica frações enormes de seu tempo, parecendo a eternidade, devido ao ato contínuo de cuidar, amparar, acolher o outro. Traz alento, carinho, atenção, orientação e informação. Para dar, é preciso ter. E tudo é importante: o ambiente, o alimento, a arte, a escrita, a partilha, o colo, o afeto, o abraço, o sorriso. Os cuidados. Uma revista para todos os cuidadores, que somos nós. E quanto melhor estiver o cuidador, melhor cuidador será!" ( Marilice Costi, editora-chefe.)
Acesse: http://acolhe.blogspot.com
vendasocuidador@sanaarquitetura.arq.br
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Patrícia e Mário
Duas pessoas que surgiram na minha vida em tempos diferentes e sintonias tão semelhantes... o universo sempre nos presenteia com pessoas especiais... conhecer a Patrícia foi mais uma forma "dele" confirmar sua criatividade e amorosidade! Entrem no site dela... seu trabalho é encantador e seu livro também! Bj Patrícia!!!!!!!!!! http://www.patriciapinna.psc.br
domingo, 30 de novembro de 2008
Gostinho de 2008... preparando a passagem para 2009!!!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Conhecendo Edson Marques... Conheçam!!!

Este Blog sempre agrega pessoas muito belas, Edson foi a mais recente surpresa, publico aqui este texto dele, convidando vocês a conhecerem a poesia e suas outras criações...
Mude 17.12.07
Claro que não me refiro à loucura inconsciente, a transtorno bipolar, esquizofrenia, psicose, ou algo semelhante.
Eu me refiro à loucura criativa de Osho, de Dali, de Cioran. Eu me refiro à loucura brilhante de Nietzsche, de Jesus e de Artaud; à loucura sagrada de Van Gogh, Henry Miller e Picasso.
Eu me refiro à loucura que está ali — aqui — a quase 360 graus da sanidade. Eu me refiro à fuga da escuridão chamada Norma. À quebra radical de todas as correntes opressoras. Ao abandono puro e simples do rebanho.
Eu me refiro à loucura luminosa dos criadores de mundos.
À loucura dos amantes da liberdade absoluta.
Esta, a loucura que (me) (te) (nos) encanta...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A despedida da vida no processo de morte...

"...Antigamente o homem medieval via a doença e a morte como algo natural e dessa forma estavam presentes no cotidiano de todos, sendo tratadas na própria casa do paciente. O doente não precisava esconder sua angústia assim como os familiares podiam se despedir e se preparar para a morte.
Sem deuses, festas e rituais, o homem contemporâneo vive a crise de aceitação do seu aspecto finito, já que a morte é talvez o único aspecto em que a racionalidade ocidental não conseguiu desvendar a ponto de minimizar seus medos.
Atualmente, procura-se distanciar a morte das conversas cotidianas, acabando por fazer desse tema um grande tabu, pois mistificá-la só faz redobrar cada vez mais os medos e receios. Conhecer a morte é recusar uma obsessão, mas também o seu esquecimento é procurar integrá-la na nossa vida a fim de valorizarmos e buscarmos melhores condições de existência. Até porque quase tudo na natureza não foge a essa concepção de começo, meio e fim, pois a morte está em toda a parte enquanto processo..." Este Texto é um fragmento do artigo "A despedida da vida no processo de morte: último fenômeno da existência(Viviane Domingos da C. S. Bantim / e-mail: viviane.dcs@gmail.com) " que integra o Vol. 5, N° 9 (2008) da IGT na Rede e foi publicada em http://www.igt.psc.br/ojs/viewissue.php?id=9
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Conclusão do III Módulo de Arteterapia no NATIEX






quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Paz sem voz não é paz...é medo. 27/11/2008 - 18:30h

O evento, com entrada gratuita, terá a participação de representantes do MST, MNCR, Resistência popular e CPERS. Os mediadores serão os psicólogos Pedrinho Guareschi e Aline Hernandez.
SERVIÇO:
O quê: Debate sobre A Criminalização dos Movimentos



















